09/10/2011
Demian Maia vence duelo brasileiro no UFC 136, mas lutadores são vaiados
Além do fato de contar com três brasileiros em seu card, o UFC 136 teve um duelo verde-amarelo. No card preliminar da edição realizada no Toyota Center, casa do Houston Rockets, da NBA, quem se deu melhor foi Demian Maia, que voltou a vencer após uma derrota no evento. Apesar disso, o confronto morno gerou vaias da torcida texana.
Demian encarou o compatriota Jorge Santiago. Conhecido por sua boa técnica no jiu-jitsu, ele dominou boa parte da luta no chão, mas foram poucos os momentos de perigo, o que fez com que os fãs criticassem ambos os competidores, durante e após os três rounds.
O primeiro round começou com Jorge Santiago conseguindo alguns bons chutes, mas sendo derrubado por Demian em duas ocasiões e também levando uma direita em pé que o desequilibrou. O segundo e o terceiro giros tiveram a mesma tônica, com Demian mais uma vez por cima de Jorge em boa parte do tempo, mas sem conseguir golpear ou finalizar.
“Eu estava nervoso, sob pressão por causa da minha última derrota no UFC. Contra Muñoz, eu pensei que estava vencendo por pontos, mas perdi, então desta vez quis ser mais decisivo. Estou orgulhoso de vencer Jorge, por suas conquistas no Japão”, disse Demian após a vitória.
Tanto Demian Maia quanto Jorge Santiago vinham de revés para este UFC 136. Demian, que em 2010 perdeu a luta pelo cinturão contra Anderson Silva, havia sido derrotado por Mark Muñoz. Já Jorge Santiago teve revés contra Brian Stann, hoje um dos mais respeitados pesos médios.
Nos seus últimos combates, Demian Maia mostrou uma melhora na luta em pé, adicionando esse fator ao seu já tradicional bom jogo de chão, reconhecidamente como um dos melhores do jiu-jitsu no MMA. Com o resultado, ele chega a 15 vitórias em 18 lutas.
Outro duelo importante do card preliminar teve resultado divido dos jurados, por pontos. O ex-campeão do Strikeforce Anthony Pettis enfrentou Jeremy Stephens e, num duelo muito pegado no chão, foi mais eficaz e buscou a finalização com maior intensidade, quase pegando o rival em um triângulo. Com isso, ele tenta retornar à linha pelo título da categoria.
Abertura com bela virada
A noite em Houston começou com uma virada impressionante no octógono. Depois de apanhar muito no primeiro assalto, mas aguentar em pé, Mike Massenzio partiu para cima de Steve Cantwell e conseguiu virar o placar para ficar com a vitória por pontos na primeira luta da programação.
Outra luta que movimentou a torcida foi entre dois pesos pesados. O norte-americano Joey Beltran contou com a torcida da casa contra o compatriota de origem croata Stipe Miocic.
O duelo foi intenso na trocação, com ambos os lutadores conseguindo desequilibrar o oponente e uma vantagem mais acentuada para Miocic nas quedas. Com um terceiro round mais dominante, Miocic acabou vencendo por pontos em sua estreia no Ultimate, mas foi vaiado pelos texanos.
Confira os resultados do UFC 136:
Médios: Mike Massenzio (EUA) vence Steve Cantwell (EUA), por pontos
Médios: Aaron Simpson (EUA) vence Eric Schafer (EUA), por pontos
Leves: Darren Elkins (EUA) vence Zhang Tiequan (CHN), por pontos
Pesados: Stipe Miocic (EUA) vence Joey Beltran (EUA), por pontos
Leves: Anthony Pettis (EUA) vence Jeremy Stephens (EUA), por pontos
Médios: Demian Maia (BRA) vence Jorge Santiago (BRA), por pontos
Leves: Joe Lauzon (EUA) vence Melvin Guillard (EUA), por finalização
Penas: Nam Phan (EUA) vence Leonard Garcia (EUA), por pontos
Médios: Chael Sonnen (EUA) vence Brian Stann (EUA), por finalização
Penas: José Aldo (BRA) vence Kenny Florian (EUA), por pontos e mantém título
Leves: Frankie Edgard (EUA) vence Gray Maynard (EUA), por nocaute e mantém o título
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HISTÓRIA JIU JITSU
08/10/2011
UFC 136 tem tira-teima, brasileiros em confronto e José Aldo em ação
O UFC 136 acontece neste sábado, em Houston, nos EUA, e promete ser um dos melhores eventos de MMA do ano. Em jogo, estarão dois cinturões do Ultimate Fighting Championship, posições de desafiante número 1 ao título de duas categorias e mais uma rivalidade intensa. No card preliminar, também estarão em ação lutadores considerados entre os 10 melhores de suas respectivas divisões. Pelo menos no papel, tem tudo para ser o melhor card do ano.
Verdadeira resolução nos pesos leves
No evento principal da noite, o campeão dos pesos leves, Frankie Edgar, enfrenta o desafiante Gray Maynard pela terceira vez. Maynard foi o responsável pela única derrota de sua carreira, em abril de 2008. Depois disso, Edgar venceu seis lutas seguidas e tomou o cinturão da categoria de BJ Penn, o qual derrotou em sua primeira defesa de título. A segunda aconteceu no primeiro dia deste ano, justamente contra Maynard, no UFC 125, que tinha o subtítulo de "Resolução".
No fim das contas, o evento não resolveu nada. Maynard atropelou Edgar no primeiro round, o mandou para a lona duas vezes e parecia que conseguiria o nocaute técnico. O gongo salvou o campeão, que voltou com tudo no segundo round e respondeu à altura, usando seu wrestling para derrubar o rival. Após cinco rounds, o combate, um dos melhores do ano, terminou empatado na decisão dos jurados, para desespero de ambos os lutadores. Desde então, os fãs de cada um entraram em grandes discussões sobre quem teria merecido mais a vitória.
A revanche foi marcada originalmente para maio, mas ambos sofreram lesões e se retiraram do duelo. A luta foi remarcada para o UFC 136, e o presidente da organização, Dana White, deixou claro: é a última vez que os dois se enfrentam. Tanto Edgar quanto Maynard agradecem e mal podem esperar para entrar no octógono e resolver, de uma vez por todas, quem é o melhor entre os dois.
- Não aguento mais falar no Gray, nem pensar no Gray. Estou pronto pra seguir adiante - declarou Frankie
Edgar durante os treinos abertos para o evento.
José Aldo enfrenta queridinho dos EUA
No co-evento principal, o brasileiro José Aldo defende o cinturão dos pesos penas pela segunda vez no UFC. Do outro lado do octógono, estará o americano Kenny Florian, que ficou famoso ao participar do reality show "The Ultimate Fighter". Comentarista de MMA de um canal de TV a cabo nos EUA, "KenFlo" já lutou em três categorias de peso diferentes e disputou o cinturão da divisão leve duas vezes, sendo derrotado em ambas. Ele desceu para os penas neste ano e, em sua primeira luta, derrotou Diego Nunes, companheiro de treinos de Aldo na equipe Nova União, por decisão unânime.
A imprensa americana diz que o brasileiro jamais enfrentou alguém tão grande e técnico quanto Florian, e especula que Aldo pode não aguentar o ritmo por cinco rounds, usando como exemplo a performance do manauara contra Mark Hominick no UFC 129, em abril - na ocasião, o campeão dominou o adversário por quatro rounds e, com a vitória praticamente garantida, deixou Hominick vencer o último assalto. Aos críticos, José Aldo promete mostrar por que é considerado um dos cinco melhores lutadores peso por peso do planeta.
- Ele (Florian) é um excelente atleta, mas estou muito bem preparado e o que ele apresentar, vou trazer em dobro - afirmou o brasileiro após a pesagem de sexta-feira.
Brasil contra Sonnen e dividido entre Maia e Santiago
O card principal tem ainda duas lutas valendo uma chance de disputar título. Na primeira delas, Melvin Guillard, favorito a ser o próximo desafiante de quem sobreviver à guerra entre Edgar e Maynard, encara Joe Lauzon pelos pesos leves. Na segunda, o falastrão Chael Sonnen, famoso por suas provocações ao Brasil e a lutadores brasileiros como Anderson Silva, Vitor Belfort e Wanderlei Silva, enfrenta Brian Stann pelo direito de desafiar o "Spider" nos pesos médios. A maioria dos brasileiros vai torcer contra Sonnen, mas uma pequena parcela espera que o americano derrote seu compatriota e seja punido pelo próprio Anderson, com quem fez uma verdadeira batalha de cinco rounds em agosto do ano passado, vencida pelo paulista com uma finalização. O card principal conta ainda com a revanche entre Leonard Garcia e Nam Phan, que tiveram um combate vencido por Garcia numa questionável decisão dividida em dezembro de 2010.
No card preliminar, os destaques são as duas lutas exibidas pela página do Combate. Na primeira delas, Anthony Pettis, ex-campeão dos pesos leves do WEC, enfrenta Jeremy Stephens em busca de um retorno à lista de desafiantes da categoria, após decepcionar e ser derrotado por Clay Guida em sua estreia no UFC. Na segunda, Demian Maia e Jorge Santiago fazem um duelo Rio-São Paulo para permanecer no top 10 da categoria médio. O paulista Maia já disputou o cinturão contra Anderson Silva, no ano passado, e desde então venceu duas vezes, mas perdeu para Mark Muñoz no UFC 131, em junho. O carioca Santiago, por sua vez, encara uma possível segunda demissão do Ultimate. Após deixar o evento em 2006, o lutador venceu 10 de 11 lutas e se sagrou campeão do evento japonês Sengoku, mas perdeu a primeira luta em seu retorno, no UFC 130 de maio, justamente para Brian Stann.
Confira o card completo do UFC 136:
Card principal
Frankie Edgar x Gray Maynard
José Aldo x Kenny Florian
Chael Sonnen x Brian Stann
Leonard Garcia x Nam Phan
Melvin Guillard x Joe Lauzon
Card preliminar
Demian Maia x Jorge Santiago
Anthony Pettis x Jeremy Stephens
Joey Beltran x Stipe Miocic
Tiequan Zhang x Darren Elkins
Aaron Simpson x Eric Schafer
Steve Cantwell x Eric Massenzio
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HISTÓRIA JIU JITSU
28/08/2011
'Caveira' levanta público e volta a vencer; capixaba nocauteia em 40s no UFC Rio
Aos gritos de “Caveira”, o lutador brasiliense Paulo Thiago levantou o público na HSBC Arena e voltou a vencer, durante o card preliminar do UFC Rio. Depois de duas derrotas, o peso meio-médio ganhou sobrevida no evento, em um início de combates no Rio de Janeiro que também teve como destaque um triunfo em 40s de Erick Silva, ex-sparring de Anderson Silva.
Paulo Thiago vinha de dois reveses por pontos e, apesar de dominar o norte-americano David Mitchell, só conseguiu dar show nos segundos finais, apesar do apoio irrestrito da torcida, desde sua entrada. O lutador do Cruzeiro foi ovacionado durante todo o duelo, e acabou vencendo por pontos, em decisão unânime dos jurados.
Desde o primeiro round, o brasiliense se mostrou bem preparado e trouxe como novidade usar predominantemente a luta em pé. Com belas quedas e alguns socos certeiros, ele melhorou de produção no segundo e terceiro rounds, dominando também a luta de chão. Com dez segundos para o fim, o brasileiro quase definiu a luta com um mata-leão, mas Mitchell foi salvo pelo gongo e perdeu sua segunda seguida.
“Meu adversário foi muito duro, mas consegui a vitória. Agora estou aí como um funcionário do UFC, vou lutar com quem eles quiserem. Obrigado, Caveira!”, gritou o brasileiro, cuja categoria tem como campeão Georges St-Pierre.
Ex-sparring de Anderson nocauteia em 40 segundos
O capixaba Erick Silva estreou no UFC com o pé direito e, o mais importante, com um nocaute fulminante. O meio-médio, que treinou com nomes como Anderson Silva e Minotauro, demorou apenas 40 segundos para atingir um golpe de direita certeiro em Luis Ramos, o Beição, e finalizar o combate no ground-and-pound.
Erick, que recentemente se mudou para o Rio de Janeiro para se dedicar mais aos treinamentos, foi campeão do Jungle Fight antes da entrada do UFC. Ele enfrentaria Mike Swick, que acabou se machucando nos treinos e foi substituído por Beição.
Com a vitória arrasadora, o capixaba de 27 anos chega a quatro vitórias seguidas em sua carreira profissional no MMA, que tem apenas uma derrota.
Nos pontos, Assunção e Marajó vencem
Companheiro de treinos de Lyoto Machida no Pará, Iuri “Marajó” Alcântara venceu uma amarrada disputa verde-amarela com Felipe Arantes, o Sertanejo. Os dois brasileiros passaram boa parte do tempo no chão, com controle do paraense neste quesito e na trocação. Com o triunfo unânime por pontos, ele ampliou sua série invicta para 11 combates.
Outro duelo nacional encerrado por pontos foi mais polêmico, com o triunfo de Raphael Assunção. O pernambucano, que mora nos EUA, não conseguiu se impor no octógono, mas acabou levando por pontos, em decisão unânime dos jurados. Com isso, conseguiu voltar a vencer, após estrear com derrota no UFC.
Na única luta entre estrangeiros da noite, justamente a primeira do card, o canadense de origem haitiana Yves Jabouin venceu um combate marcado por vaias da torcida. Ele mostrou um estilo bonito de luta, com chutes e socos rodados, mas o segundo e terceiro rounds foram mornos contra o norte-americano Ian Loveland. Jabouin, que vinha de derrota, venceu por pontos, em decisão dividida dos jurados.
Paulo Thiago vinha de dois reveses por pontos e, apesar de dominar o norte-americano David Mitchell, só conseguiu dar show nos segundos finais, apesar do apoio irrestrito da torcida, desde sua entrada. O lutador do Cruzeiro foi ovacionado durante todo o duelo, e acabou vencendo por pontos, em decisão unânime dos jurados.
Desde o primeiro round, o brasiliense se mostrou bem preparado e trouxe como novidade usar predominantemente a luta em pé. Com belas quedas e alguns socos certeiros, ele melhorou de produção no segundo e terceiro rounds, dominando também a luta de chão. Com dez segundos para o fim, o brasileiro quase definiu a luta com um mata-leão, mas Mitchell foi salvo pelo gongo e perdeu sua segunda seguida.
“Meu adversário foi muito duro, mas consegui a vitória. Agora estou aí como um funcionário do UFC, vou lutar com quem eles quiserem. Obrigado, Caveira!”, gritou o brasileiro, cuja categoria tem como campeão Georges St-Pierre.
Ex-sparring de Anderson nocauteia em 40 segundos
O capixaba Erick Silva estreou no UFC com o pé direito e, o mais importante, com um nocaute fulminante. O meio-médio, que treinou com nomes como Anderson Silva e Minotauro, demorou apenas 40 segundos para atingir um golpe de direita certeiro em Luis Ramos, o Beição, e finalizar o combate no ground-and-pound.
Erick, que recentemente se mudou para o Rio de Janeiro para se dedicar mais aos treinamentos, foi campeão do Jungle Fight antes da entrada do UFC. Ele enfrentaria Mike Swick, que acabou se machucando nos treinos e foi substituído por Beição.
Com a vitória arrasadora, o capixaba de 27 anos chega a quatro vitórias seguidas em sua carreira profissional no MMA, que tem apenas uma derrota.
Nos pontos, Assunção e Marajó vencem
Companheiro de treinos de Lyoto Machida no Pará, Iuri “Marajó” Alcântara venceu uma amarrada disputa verde-amarela com Felipe Arantes, o Sertanejo. Os dois brasileiros passaram boa parte do tempo no chão, com controle do paraense neste quesito e na trocação. Com o triunfo unânime por pontos, ele ampliou sua série invicta para 11 combates.
Outro duelo nacional encerrado por pontos foi mais polêmico, com o triunfo de Raphael Assunção. O pernambucano, que mora nos EUA, não conseguiu se impor no octógono, mas acabou levando por pontos, em decisão unânime dos jurados. Com isso, conseguiu voltar a vencer, após estrear com derrota no UFC.
Na única luta entre estrangeiros da noite, justamente a primeira do card, o canadense de origem haitiana Yves Jabouin venceu um combate marcado por vaias da torcida. Ele mostrou um estilo bonito de luta, com chutes e socos rodados, mas o segundo e terceiro rounds foram mornos contra o norte-americano Ian Loveland. Jabouin, que vinha de derrota, venceu por pontos, em decisão dividida dos jurados.
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HISTÓRIA JIU JITSU
Minotauro ressurge após cirurgias e nocauteia revelação dos EUA no primeiro round
Na luta considerada mais complicada entre as três principais do UFC Rio, Rodrigo Minotauro provou porque é considerado uma das lendas do MMA. Se o peso pesado há quatro meses estava sem andar, após três cirurgias, em sua estreia no Brasil o resultado foi uma vitória contra um norte-americano considerado revelação em seu país.
pós uma série de socos, Minotauro conseguiu desequilibrar Brendan Schaub e liquidar a luta ainda no primeiro assalto, para delírio da torcida, que ovacionou o lutador brasileiro.
Minotauro passou por cirurgias no joelho e no quadril após sua derrota para Cain Velásquez, no UFC 110, e era considerado uma dúvida para o combate desta noite, uma vez que Schaub vinha de triunfo contra o lendário Cro-Cop. Mas o baiano mostrou com sua habilidade no boxe que ainda tem condições de lutar em alto nível.
"Eu tive apenas três meses e meio para me preparar para esta luta. Passei quatro meses e meio de muleta, mas aceitei essa luta para poder lutar aqui. Essa é minha quadragésima luta, a primeira como profissional no Brasil, eu tinha que fazer isso", afirmou o vencedor, que agora tem um cartel de 33 triunfos, seis reveses e um empate.
O primeiro round começou com estudo de ambas as partes e o brasileiro tentando levar o duelo para o chão, para tentar finalizar o norte-americano no jiu-jítsu. Schaub conseguiu alguns bons golpes, mas Minotauro aproveitou uma boa sequência no fim do assalto para definir o triunfo.
Minotauro é uma das lendas do MMA brasileiro, tendo construído sua reputação principalmente pelas vitórias no Pride. Ex-campeão neste evento e no UFC, ele bateu nomes Randy Couture, mas vinha de série irregular no Ultimate, com derrotas para Frank Mir e Cain Velásquez.
Com chutaços, Edson vence em decisão dividida
O carioca Edson Barboza manteve sua invencibilidade neste sábado, ao vencer o inglês Ross Pearson, por pontos, em decisão dividida dos jurados, no card principal na HSBC Arena.
Um especialista em muay-thai, o brasileiro apostou fortemente em sua grande variação de chutes e joelhadas para deixar Pearson com o rosto e o corpo bastante machucados. Apesar dos bons golpes do inglês, Barboza acabou faturando sua nona vitória na carreira, a terceira no UFC, posicionando-se bem na categoria dos leves, que tem como campeão Frankie Edgar.
Banha sofre primeira derrota contra estrangeiros
A primeira derrota brasileira contra lutadores de fora veio logo na abertura do card principal, em um duelo de meio-pesados. O búlgaro Stanislav Nedkov, estreante no UFC, manteve sua invencibilidade com um nocaute no primeiro round sobre Luiz Cane, o Banha.
O lutador paulista, que vinha de vitória, apostou na trocação contra o búlgaro e conseguiu ferir o nariz do rival com golpes que o desequilibraram. Nos segundos finais do assalto inicial, no entanto, uma série de socos de Nedkov desnorteou o brasileiro, até que o árbitro Mário Yamasaki interrompeu o combate.
Com este resultado, Banha tem três derrotas nas suas últimas quatro lutas. Já Nedkov aumentou sua invencibilidade como lutador profissional para nove triunfos.
pós uma série de socos, Minotauro conseguiu desequilibrar Brendan Schaub e liquidar a luta ainda no primeiro assalto, para delírio da torcida, que ovacionou o lutador brasileiro.
Minotauro passou por cirurgias no joelho e no quadril após sua derrota para Cain Velásquez, no UFC 110, e era considerado uma dúvida para o combate desta noite, uma vez que Schaub vinha de triunfo contra o lendário Cro-Cop. Mas o baiano mostrou com sua habilidade no boxe que ainda tem condições de lutar em alto nível.
"Eu tive apenas três meses e meio para me preparar para esta luta. Passei quatro meses e meio de muleta, mas aceitei essa luta para poder lutar aqui. Essa é minha quadragésima luta, a primeira como profissional no Brasil, eu tinha que fazer isso", afirmou o vencedor, que agora tem um cartel de 33 triunfos, seis reveses e um empate.
O primeiro round começou com estudo de ambas as partes e o brasileiro tentando levar o duelo para o chão, para tentar finalizar o norte-americano no jiu-jítsu. Schaub conseguiu alguns bons golpes, mas Minotauro aproveitou uma boa sequência no fim do assalto para definir o triunfo.
Minotauro é uma das lendas do MMA brasileiro, tendo construído sua reputação principalmente pelas vitórias no Pride. Ex-campeão neste evento e no UFC, ele bateu nomes Randy Couture, mas vinha de série irregular no Ultimate, com derrotas para Frank Mir e Cain Velásquez.
Com chutaços, Edson vence em decisão dividida
O carioca Edson Barboza manteve sua invencibilidade neste sábado, ao vencer o inglês Ross Pearson, por pontos, em decisão dividida dos jurados, no card principal na HSBC Arena.
Um especialista em muay-thai, o brasileiro apostou fortemente em sua grande variação de chutes e joelhadas para deixar Pearson com o rosto e o corpo bastante machucados. Apesar dos bons golpes do inglês, Barboza acabou faturando sua nona vitória na carreira, a terceira no UFC, posicionando-se bem na categoria dos leves, que tem como campeão Frankie Edgar.
Banha sofre primeira derrota contra estrangeiros
A primeira derrota brasileira contra lutadores de fora veio logo na abertura do card principal, em um duelo de meio-pesados. O búlgaro Stanislav Nedkov, estreante no UFC, manteve sua invencibilidade com um nocaute no primeiro round sobre Luiz Cane, o Banha.
O lutador paulista, que vinha de vitória, apostou na trocação contra o búlgaro e conseguiu ferir o nariz do rival com golpes que o desequilibraram. Nos segundos finais do assalto inicial, no entanto, uma série de socos de Nedkov desnorteou o brasileiro, até que o árbitro Mário Yamasaki interrompeu o combate.
Com este resultado, Banha tem três derrotas nas suas últimas quatro lutas. Já Nedkov aumentou sua invencibilidade como lutador profissional para nove triunfos.
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HISTÓRIA JIU JITSU
Anderson dá show no 2º assalto, vinga revés e completa festa brasileira no UFC Rio
Anderson Silva deu mais um show dentro do octógono. Neste sábado, pelo UFC Rio, ele completou a festa da torcida brasileira no retorno do evento ao país após 13 anos e, com muita superioridade, nocauteou o japonês Yushin Okami, deixando para trás uma derrota que estava entalada em sua garganta. De quebra, defendeu seu cinturão dos médios do UFC e ampliou seus recordes.
Anderson e Okami tinham um histórico polêmico, sendo que o japonês tem no seu cartel a última derrota do brasileiro. Em 2006, no Havaí, o duelo entre eles terminou com a desqualificação do atual campeão, devido a um chute ilegal.
Com o resultado desta noite, Anderson Silva amplia seu retrospecto de recordes no UFC. Foi a sua nona defesa de título consecutiva e sua 14ª vitória, sem nunca ter perdido dentro do maior evento de MMA da atualidade. No total, ele soma 31 triunfos, com quatro derrotas aos 36 anos.
“Foi muito difícil, eu treinei muito duro para chegar até aqui. Não tem como não ficar feliz com mais essa vitória”, afirmou o lutador do Corinthians, que ouviu alguns xingamentos em relação ao clube, mesmo após o triunfo. Ele ainda concluiu: “Vou imortalizar uma frase do Capitão Nascimento (do filme Tropa de Elite): ‘nunca serão, jamais serão’.”
A luta começou morna, com os lutadores se estudando, mas Anderson logo se esquivando das investidas de Okami, que tentava encurtar o espaço. Algumas vaias ressoaram durante um longo clinch, mas o brasileiro mostrou seu domínio nos dez segundos finais, com um chute de perna esquerda em cheio na cabeça do japonês.
O segundo round não foi nada parecido com o primeiro. Elétrico o brasileiro deixou às claras que partiria para cima para tentar finalizar a contenda e não deu chances ao rival. Bem nas esquivas, ele brincou à frente do rival até conseguir derrubá-lo e forçar o árbitro a encerrar a luta.
Considerado o melhor lutador em todas as categorias do MMA na atualidade, Anderson revolucionou nos últimos meses o MMA brasileiro. Depois da vitória contra Vitor Belfort com um chute frontal cinematográfico – que credita a dicas do ator Steven Seagal – o paulista firmou contrato com o Corinthians e uma série de outros patrocinadores, aumentando a popularidade do esporte, como se viu com a volta do UFC ao Brasil. A primeira edição do evento havia sido em 1998, em São Paulo.
Resultados:
Anderson Silva (BRA) vence Yushin Okami (JAP), por nocaute no 2º round
Maurício Shogun (BRA) vence Forrest Griffin (EUA), por nocaute no 1º round
Edson Barboza (BRA) vence Ross Pearson (ING), por pontos
Rodrigo Minotauro (BRA) vence Brendan Schaub (EUA), por nocaute no 1º round
Stanislav Nedkov (BUL) vence Luiz “Banha” Cane (BRA), por nocaute no 1º round
Thiago Tavares (BRA) vence Spencer Fisher (EUA), por nocaute técnico no 2º round
Rousimar ‘Toquinho’ Palhares (BRA) vence Dan Miller (EUA), por pontos
Paulo Thiago (BRA) vence David Mitchell (EUA), por pontos
Raphael Assunção (BRA) vence Johnny Eduardo (BRA), por pontos
Erick Silva (BRA) vence Luis Beição Ramos (BRA), por nocaute no 1º round
Iuri Marajó (BRA) vence Felipe Sertanejo (BRA), por pontos
Yves Jabouin (CAN) vence Ian Loveland (EUA), por pontos
Anderson e Okami tinham um histórico polêmico, sendo que o japonês tem no seu cartel a última derrota do brasileiro. Em 2006, no Havaí, o duelo entre eles terminou com a desqualificação do atual campeão, devido a um chute ilegal.
Com o resultado desta noite, Anderson Silva amplia seu retrospecto de recordes no UFC. Foi a sua nona defesa de título consecutiva e sua 14ª vitória, sem nunca ter perdido dentro do maior evento de MMA da atualidade. No total, ele soma 31 triunfos, com quatro derrotas aos 36 anos.
“Foi muito difícil, eu treinei muito duro para chegar até aqui. Não tem como não ficar feliz com mais essa vitória”, afirmou o lutador do Corinthians, que ouviu alguns xingamentos em relação ao clube, mesmo após o triunfo. Ele ainda concluiu: “Vou imortalizar uma frase do Capitão Nascimento (do filme Tropa de Elite): ‘nunca serão, jamais serão’.”
A luta começou morna, com os lutadores se estudando, mas Anderson logo se esquivando das investidas de Okami, que tentava encurtar o espaço. Algumas vaias ressoaram durante um longo clinch, mas o brasileiro mostrou seu domínio nos dez segundos finais, com um chute de perna esquerda em cheio na cabeça do japonês.
O segundo round não foi nada parecido com o primeiro. Elétrico o brasileiro deixou às claras que partiria para cima para tentar finalizar a contenda e não deu chances ao rival. Bem nas esquivas, ele brincou à frente do rival até conseguir derrubá-lo e forçar o árbitro a encerrar a luta.
Considerado o melhor lutador em todas as categorias do MMA na atualidade, Anderson revolucionou nos últimos meses o MMA brasileiro. Depois da vitória contra Vitor Belfort com um chute frontal cinematográfico – que credita a dicas do ator Steven Seagal – o paulista firmou contrato com o Corinthians e uma série de outros patrocinadores, aumentando a popularidade do esporte, como se viu com a volta do UFC ao Brasil. A primeira edição do evento havia sido em 1998, em São Paulo.
Resultados:
Anderson Silva (BRA) vence Yushin Okami (JAP), por nocaute no 2º round
Maurício Shogun (BRA) vence Forrest Griffin (EUA), por nocaute no 1º round
Edson Barboza (BRA) vence Ross Pearson (ING), por pontos
Rodrigo Minotauro (BRA) vence Brendan Schaub (EUA), por nocaute no 1º round
Stanislav Nedkov (BUL) vence Luiz “Banha” Cane (BRA), por nocaute no 1º round
Thiago Tavares (BRA) vence Spencer Fisher (EUA), por nocaute técnico no 2º round
Rousimar ‘Toquinho’ Palhares (BRA) vence Dan Miller (EUA), por pontos
Paulo Thiago (BRA) vence David Mitchell (EUA), por pontos
Raphael Assunção (BRA) vence Johnny Eduardo (BRA), por pontos
Erick Silva (BRA) vence Luis Beição Ramos (BRA), por nocaute no 1º round
Iuri Marajó (BRA) vence Felipe Sertanejo (BRA), por pontos
Yves Jabouin (CAN) vence Ian Loveland (EUA), por pontos
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HISTÓRIA JIU JITSU
15/08/2011
Ex-treinador de Belfort e Wanderlei Silva morre em circunstâncias misteriosas
O treinador de MMA Shawn Tompkins, de apenas 37 anos, foi encontrado morto misteriosamente na manhã do último domingo. O ex-técnico de estrelas como Randy Couture e os brasileiros Vitor Belfort e Wanderlei Silva estava em seu país natal, o Canadá, e a causa da morte só será divulgada após uma autópsia.
A tragédia foi confirmada por diversos lutadores que trabalharam ou conheceram Tompkins. Na noite de domingo, pouco antes do evento UFC on Versus 5, o UFC confirmou a morte de Tompkins, também sem confirmar a causa.
O lutador Chris Horodecki, que treinava com ele e de quem era amigo de longa data, disse ao site MMAJunkie que havia falado com Tompkins um dia antes. Segundo Horodecki, o técnico não havia relatado nenhum tipo de problema na conversa.
Shawn Tompkins teve uma breve carreira como lutador de MMA no início dos anos 2000, sem sucesso. Já aposentado do octógono, ele virou treinador e passou por duas academias antes de chegar à Xtreme Couture.
Lá, ele passou a treinar Randy Couture, ex-campeão dos pesos pesados no UFC. Além dele, também preparou os brasileiros Vitor Belfort e Wanderlei Silva.
Desde 2009 ele havia saído da academia de Couture para comandar o seu Team Tompkins. Atualmente, ele era o responsável por treinar nomes como Mark Hominicki, Chris Horodecki e Sam Stout.
A tragédia foi confirmada por diversos lutadores que trabalharam ou conheceram Tompkins. Na noite de domingo, pouco antes do evento UFC on Versus 5, o UFC confirmou a morte de Tompkins, também sem confirmar a causa.
O lutador Chris Horodecki, que treinava com ele e de quem era amigo de longa data, disse ao site MMAJunkie que havia falado com Tompkins um dia antes. Segundo Horodecki, o técnico não havia relatado nenhum tipo de problema na conversa.
Shawn Tompkins teve uma breve carreira como lutador de MMA no início dos anos 2000, sem sucesso. Já aposentado do octógono, ele virou treinador e passou por duas academias antes de chegar à Xtreme Couture.
Lá, ele passou a treinar Randy Couture, ex-campeão dos pesos pesados no UFC. Além dele, também preparou os brasileiros Vitor Belfort e Wanderlei Silva.
Desde 2009 ele havia saído da academia de Couture para comandar o seu Team Tompkins. Atualmente, ele era o responsável por treinar nomes como Mark Hominicki, Chris Horodecki e Sam Stout.
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HISTÓRIA JIU JITSU
Avaliado em R$ 200 mil, octógono do UFC Rio aporta no Brasil com status de 'estrela'
No dia 27 de agosto, no Rio de Janeiro, um personagem será o centro das atenções, atraindo olhares do mundo todo e em especial dos fãs do MMA. Se você pensa que este personagem é Anderson Silva, não está de todo errado. Para a organização do UFC 134, no entanto, uma outra estrela é tratada com tanto zelo e pompa quanto o campeão dos médios: o octógono.
Pois é. A estrutura que será o palco do UFC é um dos elementos mais importantes da noitada na arena HSBC e, para receber 12 combates - incluindo uma disputa de cinturão -, o octógono já está no Brasil. A chegada ao Rio de Janeiro foi pelo mar, de acordo com a Brasil 1, empresa responsável pela produção de todo o evento, com a missão de realizar um espetáculo com exatamente o mesmo padrão do visto nos Estados Unidos.
A estrutura que será montada no Rio deixou o porto de Tilbury, na Inglaterra, no início do mês. “O navio com a valiosa carga, estimada em 125 mil dólares, será o centro das atenções no HSBC Arena e aportou no Rio de Janeiro no dia 06 de agosto”, afirmou a empresa, por meio da assessoria do UFC, demonstrando o status de “protagonista” do palco das lutas.
Em meio a 3 toneladas de equipamentos de som e 2 toneladas de equipamentos de luz, a infraestrutura do UFC Rio tem de “gringa”, além do octógono, apenas parte da estrutura da transmissão ao vivo da programação. Itens de som, luz e telões são nacionais, mas os valores totais para movimentar o “circo” do evento são guardados a sete chaves pelo UFC.
A montagem da HSBC Arena começará no dia 24 de agosto, três dias antes dos combates, e estima-se que 600 profissionais estarão em ação para garantir o sucesso da edição carioca.
“Popstars”, lutadores não tem lista de exigências
Apesar de serem as estrelas de fato da noite, pisando no octógono de R$ 200 mil, os lutadores não terão tratamento de popstars na HSBC Arena.
Camarins individuais só serão disponibilizados para os lutadores dos combates principais - as três estrelas brasileiras serão, além de Anderson, Rodrigo Minotauro e Maurício Shogun.
O restante deve ser dividido em dois espaços para o aquecimento, para manter oponentes afastados nos instantes anteriores aos confrontos.
Para o público, por outro lado, há quem vá receber tratamento bem mais cômodo. São previstas áreas VIP para convidados da Zuffa (empresa dona do UFC) e para patrocinadores, que poderão levar celebridades para a noitada como convidados.
Outro fator de grande importância no desembarque do UFC é a segurança. Neste quesito, estarão em ação mais de 200 profissionais, com o detalhe de a organização usar medidas semelhantes às do Pan-Americano de 2007, também na capital fluminense. Pela primeira vez desde o Pan será montado na HSBC Arena um Juízado Especial Criminal (Jecrim), que permitirá ações mais velozes em caso de problemas no local. O plano de segurança para o evento foi estruturado em conjunto com os órgãos de segurança estaduais e municipais do Rio.
ENTENDA MAIS DO OCTÓGONO DO UFC
O famoso octógono do UFC é uma marca registrada do evento, e vem desde sua primeira edição. A ideia de Rorion Gracie foi poder colocar dois lutadores em um ringue, mas do qual nenhum pudesse escapar - a intenção era de uma "briga de rua", nas palavras do criador. Antes exclusivo, hoje o octógono pode ser usado em outros eventos, numa tentativa de uniformizar as regras do MMA. Atualmente as normas dizem que a jaula de arame farpado deve ficar a 1,2 m do chão. A cerca é de cerca de 1,70 m de altura, e o ringue tem cerca de 9 m de um extremo a outro - a medida varia ligeiramente dependendo de onde a estrutura for montada.
Pois é. A estrutura que será o palco do UFC é um dos elementos mais importantes da noitada na arena HSBC e, para receber 12 combates - incluindo uma disputa de cinturão -, o octógono já está no Brasil. A chegada ao Rio de Janeiro foi pelo mar, de acordo com a Brasil 1, empresa responsável pela produção de todo o evento, com a missão de realizar um espetáculo com exatamente o mesmo padrão do visto nos Estados Unidos.
A estrutura que será montada no Rio deixou o porto de Tilbury, na Inglaterra, no início do mês. “O navio com a valiosa carga, estimada em 125 mil dólares, será o centro das atenções no HSBC Arena e aportou no Rio de Janeiro no dia 06 de agosto”, afirmou a empresa, por meio da assessoria do UFC, demonstrando o status de “protagonista” do palco das lutas.
Em meio a 3 toneladas de equipamentos de som e 2 toneladas de equipamentos de luz, a infraestrutura do UFC Rio tem de “gringa”, além do octógono, apenas parte da estrutura da transmissão ao vivo da programação. Itens de som, luz e telões são nacionais, mas os valores totais para movimentar o “circo” do evento são guardados a sete chaves pelo UFC.
A montagem da HSBC Arena começará no dia 24 de agosto, três dias antes dos combates, e estima-se que 600 profissionais estarão em ação para garantir o sucesso da edição carioca.
“Popstars”, lutadores não tem lista de exigências
Apesar de serem as estrelas de fato da noite, pisando no octógono de R$ 200 mil, os lutadores não terão tratamento de popstars na HSBC Arena.
Camarins individuais só serão disponibilizados para os lutadores dos combates principais - as três estrelas brasileiras serão, além de Anderson, Rodrigo Minotauro e Maurício Shogun.
O restante deve ser dividido em dois espaços para o aquecimento, para manter oponentes afastados nos instantes anteriores aos confrontos.
Para o público, por outro lado, há quem vá receber tratamento bem mais cômodo. São previstas áreas VIP para convidados da Zuffa (empresa dona do UFC) e para patrocinadores, que poderão levar celebridades para a noitada como convidados.
Outro fator de grande importância no desembarque do UFC é a segurança. Neste quesito, estarão em ação mais de 200 profissionais, com o detalhe de a organização usar medidas semelhantes às do Pan-Americano de 2007, também na capital fluminense. Pela primeira vez desde o Pan será montado na HSBC Arena um Juízado Especial Criminal (Jecrim), que permitirá ações mais velozes em caso de problemas no local. O plano de segurança para o evento foi estruturado em conjunto com os órgãos de segurança estaduais e municipais do Rio.
ENTENDA MAIS DO OCTÓGONO DO UFC
O famoso octógono do UFC é uma marca registrada do evento, e vem desde sua primeira edição. A ideia de Rorion Gracie foi poder colocar dois lutadores em um ringue, mas do qual nenhum pudesse escapar - a intenção era de uma "briga de rua", nas palavras do criador. Antes exclusivo, hoje o octógono pode ser usado em outros eventos, numa tentativa de uniformizar as regras do MMA. Atualmente as normas dizem que a jaula de arame farpado deve ficar a 1,2 m do chão. A cerca é de cerca de 1,70 m de altura, e o ringue tem cerca de 9 m de um extremo a outro - a medida varia ligeiramente dependendo de onde a estrutura for montada.
Belfort e Rashad nocauteiam no UFC 133
A edição de número 133 do UFC ferveu a Filadélfia, nos Estados Unidos, com excelentes combates nesse sábado (6). Previsto para cinco rounds, o tira teima entre os ex-campeões Rashad Evans e Tito Ortiz, que haviam empatado no UFC 73, não passou da segunda etapa e foi eleito o combate da noite. Rashad mostrou excelente forma e nocauteou o Bad Boy de Huntington Beach após abrir caminho com uma dura joelhada em seu corpo. E a noite foi repleta de nocautes. Das cinco pejejas do card principal, apenas uma foi deixada nas mãos dos juízes, destaque para Vitor Belfort, que se recuperou da derrota para Anderson, com o nocaute da noite, ao melhor estilo “Fenômeno”, deixando Akiyama apagado com menos de dois minutos de luta. No card preliminar, Rafael Sapo conseguiu a primeira vitória no UFC, ao derrotar Paul Bradley, enquanto Rani Yahya foi superado pelo wrestler, Chad Mendes, que segue invicto. Confira abaixo mais detalhes de como foram os principais combates do UFC 133.
Rashad atropela Tito e pede o “seu cinturão” a Jones
Se Tito Ortiz vinha afiando sua parte de chão com o Ricardo Demente, Rashad Evans mostrou grande desempenho no solo após os treinos com Sérgio Babú. Rashad se impôs logo no começo do combate levando a melhor na trocação e conseguindo uma queda cinematográfica em Ortiz. No chão, Evans passou a guarda de Tito e lhe aplicou um duro castigo, mas o Bad Boy sobreviveu como pode e foi salvo pelo gongo.
Na segunda etapa, Rashad manteve o ritmo, mas ao aplicar uma queda em Tito, acabou preso na mesma guilhotina que finalizou Ryan Bader. Rashad teve calma para arrancar a cabeça do golpe, e mais uma vez passou a guarda de Ortiz, que ao tentar se levantar, levou uma dura joelhada no corpo. Já semi nocauteado, Rashad fechou o caixão com uma saraivada de socos da lateral de Tito, que acabou nocauteado no final do segundo round. Ao final da peleja, o vencedor mandou um recado para o campeão dos meio-pesados e ex-companheiro de equipe, Jon Jones. “Peço que devolva o meu cinturão”, provocou.
Vitor Belfort aplica nocaute fenomenal em Akiyama
Após a derrota para Anderson Silva, no UFC 126, Vitor Belfort voltou ao UFC 133 no melhor estilo que o consagrou como o "Fenômeno", através de um nocaute devastador no primeiro round. O brasileiro começou estudando o japonês, esperando o melhor momento para entrar golpeando. Quando Vitor achou a brecha, conectou um cruzado de raspão na têmpora do japonês, que foi a knockdown. Vitor terminou o castigo no chão e deixou Yoshihiro Akiyama completamente apagado, a 1min e 52s do primeiro round.
No terceiro combate do card principal, dois meio-médios veteranos entraram em ação. Dennis Hallman e Brian Ebersole, que juntos somam 127 combates, fizeram uma luta incrível. O australiano logo de cara mochilou Ebersole e passou metade do round tentando finalizar das costas. Em uma reviravolta impressionante, Brian conseguiu virar de frente e castigou Dennis Hallman com violentas cotoveladas até a interrupção do árbitro, no final do primeiro round. É a nona vitória consecutiva de Ebersole, sendo a terceira pelo UFC.
Os pesos médios Jorge Rivera e Constantinos Philippou travaram uma batalha bastante disputada, mas Philippou levou a melhor na decisão dividida pois chegou mais próximo de acabar através de tentativas de finalização e nocaute. Constantinos conquistou a segunda vitória consecutiva e deixou a situação de Rivera, que vinha de derrota para Bisping, complicada no UFC.
Chad vence Rani em combate morno e segue invicto
Na penúltima luta do card preliminar, Rani Yahya não conseguiu botar o seu Jiu-Jitsu em prática diante do invicto Chad Mendes. O americano marcou a entrada de quedas de Rani, que não conseguia buscar o clinche. Durante todo o combate, Chad mostrou um maior domínio de tempo e distância, e jogou amarrado, quedando Rani e travando seu quadril de dentro de sua guarda, para não se expor ao jogo de solo do brasileiro. Chad conseguiu algumas quedas e derrotou Rani na decisão unânime dos juízes conquistando sua décima segunda vitória. O deve ser o próximo da fila na disputa do título dos penas, que pertence ao brasileiro José Aldo.
Alexander Gustafsson fechou o card preliminar com estilo ao nocautear Matt Hamil, após uma sequencia que começou em pé e terminou com uma saraivada de socos da montada, aos 3min e 34s do segundo round.
Sapo derrota Bradley e consegue a primeira vitória no UFC
Na primeira luta preliminar da noite, transmitida ao vivo pelo Facebook do UFC, o brasileiro Rafael Natal “Sapo”, finalmente conseguiu a tão sonhada vitória no UFC, após um empate e uma derrota pelo evento. Rafael e Paul Bradley começaram o combate se estudando bastante, mas aos poucos o brasileiro foi se soltando e aplicando duros chutes baixos em seu adversário. Bradley levou perigo com boas combinações de socos no contra ataque. O segundo round começou em ritmo frenético, os atletas foram para a trocação e Natal sentiu um golpe e Paul acabou lhe derrubando e trabalhou na meia guarda por cima.
A luta voltou de pé e Sapo continuou castigando as pernas de Bradley com poderosos low kicks. Apesar de Bradley oferecer perigo com perigosos diretos, o brasileiro mostrou uma excelente defesa de quedas, anulando o jogo do Wrestler. Na terceira etapa, Sapo se mostrou mais inteiro e conseguiu impor sua estratégia sobre o oponente, que tentava lhe derrubar, mas não conseguia ser efetivo. Rafael levou a melhor na decisão unânime dos juízes e parou uma sequência de cinco vitórias consecutivas de Paul Bradley.
RESULTADOS COMPLETOS:
UFC 133
Pensilvânia, Estados Unidos
Sábado, 6 de agosto de 2011
Card completo:
- Rashad Evans nocauteou Tito Ortiz aos 4min e 48s do R2;
- Vitor Belfort nocauteou Yoshihiro Akiyama a 1min e 52 do R1;
- Brian Ebersole nocauteou Brian Hallman aos 4min e 28s do R1;
- Constantinos Philippou derrotou Jorge Rivera na decisão dividida dos juízes;
- Rory MacDonald nocauteou Mike Pyle aos 3min e 54s do R1;
Card preliminar:
- Alexander Gustafsson nocauteou Matt Hamil aos 3min e 34s do R2;
- Chad Mendes derrotou Rani Yahya na decisão unânime dos juízes;
- Ivan Menjivar derrotou Nick Pace na decisão unânime dos juízes;
- Johny Hendricks derrotou Mike Pierce na decisão dividida dos juízes;
- Mike Brown derrotou Nam Phan na decisão unânime dos juízes;
- Rafael “Sapo” Natal derrotou Paul Bradley na decisão unânime dos juízes.
Fonte:http://www.tatame.com.br/2011/08/06/UFC--Siga--UFC-133-em-Tempo-Real-na-TATAME
Rashad atropela Tito e pede o “seu cinturão” a Jones
Se Tito Ortiz vinha afiando sua parte de chão com o Ricardo Demente, Rashad Evans mostrou grande desempenho no solo após os treinos com Sérgio Babú. Rashad se impôs logo no começo do combate levando a melhor na trocação e conseguindo uma queda cinematográfica em Ortiz. No chão, Evans passou a guarda de Tito e lhe aplicou um duro castigo, mas o Bad Boy sobreviveu como pode e foi salvo pelo gongo.
Na segunda etapa, Rashad manteve o ritmo, mas ao aplicar uma queda em Tito, acabou preso na mesma guilhotina que finalizou Ryan Bader. Rashad teve calma para arrancar a cabeça do golpe, e mais uma vez passou a guarda de Ortiz, que ao tentar se levantar, levou uma dura joelhada no corpo. Já semi nocauteado, Rashad fechou o caixão com uma saraivada de socos da lateral de Tito, que acabou nocauteado no final do segundo round. Ao final da peleja, o vencedor mandou um recado para o campeão dos meio-pesados e ex-companheiro de equipe, Jon Jones. “Peço que devolva o meu cinturão”, provocou.
Vitor Belfort aplica nocaute fenomenal em Akiyama
Após a derrota para Anderson Silva, no UFC 126, Vitor Belfort voltou ao UFC 133 no melhor estilo que o consagrou como o "Fenômeno", através de um nocaute devastador no primeiro round. O brasileiro começou estudando o japonês, esperando o melhor momento para entrar golpeando. Quando Vitor achou a brecha, conectou um cruzado de raspão na têmpora do japonês, que foi a knockdown. Vitor terminou o castigo no chão e deixou Yoshihiro Akiyama completamente apagado, a 1min e 52s do primeiro round.
No terceiro combate do card principal, dois meio-médios veteranos entraram em ação. Dennis Hallman e Brian Ebersole, que juntos somam 127 combates, fizeram uma luta incrível. O australiano logo de cara mochilou Ebersole e passou metade do round tentando finalizar das costas. Em uma reviravolta impressionante, Brian conseguiu virar de frente e castigou Dennis Hallman com violentas cotoveladas até a interrupção do árbitro, no final do primeiro round. É a nona vitória consecutiva de Ebersole, sendo a terceira pelo UFC.
Os pesos médios Jorge Rivera e Constantinos Philippou travaram uma batalha bastante disputada, mas Philippou levou a melhor na decisão dividida pois chegou mais próximo de acabar através de tentativas de finalização e nocaute. Constantinos conquistou a segunda vitória consecutiva e deixou a situação de Rivera, que vinha de derrota para Bisping, complicada no UFC.
Chad vence Rani em combate morno e segue invicto
Na penúltima luta do card preliminar, Rani Yahya não conseguiu botar o seu Jiu-Jitsu em prática diante do invicto Chad Mendes. O americano marcou a entrada de quedas de Rani, que não conseguia buscar o clinche. Durante todo o combate, Chad mostrou um maior domínio de tempo e distância, e jogou amarrado, quedando Rani e travando seu quadril de dentro de sua guarda, para não se expor ao jogo de solo do brasileiro. Chad conseguiu algumas quedas e derrotou Rani na decisão unânime dos juízes conquistando sua décima segunda vitória. O deve ser o próximo da fila na disputa do título dos penas, que pertence ao brasileiro José Aldo.
Alexander Gustafsson fechou o card preliminar com estilo ao nocautear Matt Hamil, após uma sequencia que começou em pé e terminou com uma saraivada de socos da montada, aos 3min e 34s do segundo round.
Sapo derrota Bradley e consegue a primeira vitória no UFC
Na primeira luta preliminar da noite, transmitida ao vivo pelo Facebook do UFC, o brasileiro Rafael Natal “Sapo”, finalmente conseguiu a tão sonhada vitória no UFC, após um empate e uma derrota pelo evento. Rafael e Paul Bradley começaram o combate se estudando bastante, mas aos poucos o brasileiro foi se soltando e aplicando duros chutes baixos em seu adversário. Bradley levou perigo com boas combinações de socos no contra ataque. O segundo round começou em ritmo frenético, os atletas foram para a trocação e Natal sentiu um golpe e Paul acabou lhe derrubando e trabalhou na meia guarda por cima.
A luta voltou de pé e Sapo continuou castigando as pernas de Bradley com poderosos low kicks. Apesar de Bradley oferecer perigo com perigosos diretos, o brasileiro mostrou uma excelente defesa de quedas, anulando o jogo do Wrestler. Na terceira etapa, Sapo se mostrou mais inteiro e conseguiu impor sua estratégia sobre o oponente, que tentava lhe derrubar, mas não conseguia ser efetivo. Rafael levou a melhor na decisão unânime dos juízes e parou uma sequência de cinco vitórias consecutivas de Paul Bradley.
RESULTADOS COMPLETOS:
UFC 133
Pensilvânia, Estados Unidos
Sábado, 6 de agosto de 2011
Card completo:
- Rashad Evans nocauteou Tito Ortiz aos 4min e 48s do R2;
- Vitor Belfort nocauteou Yoshihiro Akiyama a 1min e 52 do R1;
- Brian Ebersole nocauteou Brian Hallman aos 4min e 28s do R1;
- Constantinos Philippou derrotou Jorge Rivera na decisão dividida dos juízes;
- Rory MacDonald nocauteou Mike Pyle aos 3min e 54s do R1;
Card preliminar:
- Alexander Gustafsson nocauteou Matt Hamil aos 3min e 34s do R2;
- Chad Mendes derrotou Rani Yahya na decisão unânime dos juízes;
- Ivan Menjivar derrotou Nick Pace na decisão unânime dos juízes;
- Johny Hendricks derrotou Mike Pierce na decisão dividida dos juízes;
- Mike Brown derrotou Nam Phan na decisão unânime dos juízes;
- Rafael “Sapo” Natal derrotou Paul Bradley na decisão unânime dos juízes.
Fonte:http://www.tatame.com.br/2011/08/06/UFC--Siga--UFC-133-em-Tempo-Real-na-TATAME
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HISTÓRIA JIU JITSU
06/08/2011
AQUECIMENTO PARA O UFC 133
Hoje é dia de Ultimate Fighting na Filadélfia, Estados Unidos, e as principais lutas da noite prometem ação.
Na segunda luta principal, Vitor Belfort encara Yoshihiro Akiyama. É a primeira apresentação do faixa-preta desde a derrota para Anderson Silva, em fevereiro, quando disputou o cinturão de médios.
“Ele é um lutador muito duro, é experiente, tem poder de absorção, pode trocar e é muito dinâmico. Mas a minha mente está mais preparada do que nunca. Tão forte que ninguém pode me parar. Estou focado no que tenho que fazer para ganhar, e eu estou em busca de acabar com ele. É assim que entrarei no octógono, buscarei acabar com ele”, garante o “Fenômeno”.
Akiyama, por sua vez, evita declarações fortes, mas promete buscar a vitória.
“Eu acho que o Sr. Belfort é muito forte, um lutador perfeito, e ele é atualmente um dos meus ícones, mas a minha trocação tem feito progressos, graças a muita prática e experiência”, diz.
Será que teremos uma luta em pé?
Já no principal combate da noite, Tito Ortiz volta em pouco mais de um mês da última apresentação contra o também ex-campeão Rashad Evans. No caso de triunfo, Tito figura novamente entre os grandes da categoria meio-pesado, depois da pior fase da carreira, quando ficou cinco lutas sem vencer. E o “Bad Boy” parece estar disposto a isso.
“No boxe, eles tinham Muhammad Ali, no Pro Wrestling tinham Hulk Hogan e no MMA, eles têm Tito Ortiz”, dispara.
A derrota para Anderson Silva, em fevereiro, só fortaleceu Vitor Belfort e "acordou um gigante" dentro do lutador. Neste sábado, no UFC 133, na Filadélfia (EUA), o brasileiro encara o japonês Yoshihiro Akiyama e a desconfiança do público. Disposto a dar mais uma reviravolta na carreira, Belfort conta que seu passado é um cheque cancelado e diz que voltou às origens para retomar a trilha das vitórias, atrapalhada por muitas lesões e uma hepatite A curada recentemente.
"Voltei a praticar a ginástica natural, como no início da carreira, mas sem abrir mão do jiu-jítsu. A última derrota acordou um gigante dentro de mim e os treinos só apuraram minha velocidade. Com isso, melhorei meu sistema cerebral e estou pronto para buscar o nocaute", afirmou o peso médio, que faz o penúltimo combate da noite, antes do confronto entre os meio-pesados Tito Ortiz e Rashad Evans.
A derrota para Anderson Silva no UFC 126 ficou para trás. Belfort, inclusive, garante que outro chute frontal como aquele dificilmente encaixaria.
"Não tiro o mérito do Anderson, que acertou um chute cinematográfico. Mas o passado é um cheque cancelado, o futuro é um cheque pré-datado e o presente é dinheiro na mão. Apenas parei na frente dele e ele me acertou, mas não acertaria de novo. Chorar o passado é andar de marcha ré", disse o ex-campeão do UFC, sonhando com a revanche. "Pelo cartel que tenho e por tudo que conquistei no MMA, mereço a revanche contra o Anderson, mas quem decide isso é o UFC. Hoje, só penso em entrar no octógono e vencer o Akiyama".
A carreira de Belfort sempre ficou marcada por viradas surpreendentes. Recentemente, ele se recuperou de uma hepatite A e, na última semana, teve que perder 11,3kg para disputar o UFC 133. "Geralmente, o vírus da hepatite fica no seu corpo por dois meses, e comigo ficou só uma semana. Foi um milagre. Agora, estou 100% e pronto para voltar a pegar o caminho do cinturão", disse.
Desaparecimento da irmã é uma ferida aberta no lutador
O desaparecimento da irmã Priscila Belfort, em janeiro de 2004, ainda é uma ferida aberta no coração de Vitor. Cada vez que pisa em um octógono, ele pensa na mulher, Joana Prado, nos filhos, Davi e Vitória, e reza por Priscila. Emocionado, ele diz que a dor da perda é a montanha diária que ele precisa escalar.
"As pessoas que sumiram com o corpo dela vão ter que lidar com esse dividendo com Deus. O maior sofrimento do mundo é perder um ente querido. Essa é a minha montanha diária, que Deus me dá força pra escalar", afirmou com a voz embargada. "No Brasil, mais de 250 mil pessoas desaparecem por ano. O mais triste é que não há um programa sério que auxilie na busca de informações sobre desaparecidos. Muitas pessoas podem estar por aí, nas ruas e sem memória", afirmou.
Card Principal do UFC 133:
Rashad Evans x Tito Ortiz
Vitor Belfort x Yoshihiro Akiyama
Dennis Hallman x Brian Ebersole
Jorge Rivera x Alessio Sakara
Rory MacDonald x Mike Pyle
Card Preliminar:
Matt Hamill x Alexander Gustafsson
Chad Mendes x Rani Yahya
Ivan Menjivar x Nick Pace
Johny Hendricks x Mike Pierce
Mike Thomas Brown x Nam Phan
Rafael Natal x Paul Bradley
Na segunda luta principal, Vitor Belfort encara Yoshihiro Akiyama. É a primeira apresentação do faixa-preta desde a derrota para Anderson Silva, em fevereiro, quando disputou o cinturão de médios.
“Ele é um lutador muito duro, é experiente, tem poder de absorção, pode trocar e é muito dinâmico. Mas a minha mente está mais preparada do que nunca. Tão forte que ninguém pode me parar. Estou focado no que tenho que fazer para ganhar, e eu estou em busca de acabar com ele. É assim que entrarei no octógono, buscarei acabar com ele”, garante o “Fenômeno”.
Akiyama, por sua vez, evita declarações fortes, mas promete buscar a vitória.
“Eu acho que o Sr. Belfort é muito forte, um lutador perfeito, e ele é atualmente um dos meus ícones, mas a minha trocação tem feito progressos, graças a muita prática e experiência”, diz.
Será que teremos uma luta em pé?
Já no principal combate da noite, Tito Ortiz volta em pouco mais de um mês da última apresentação contra o também ex-campeão Rashad Evans. No caso de triunfo, Tito figura novamente entre os grandes da categoria meio-pesado, depois da pior fase da carreira, quando ficou cinco lutas sem vencer. E o “Bad Boy” parece estar disposto a isso.
“No boxe, eles tinham Muhammad Ali, no Pro Wrestling tinham Hulk Hogan e no MMA, eles têm Tito Ortiz”, dispara.
A derrota para Anderson Silva, em fevereiro, só fortaleceu Vitor Belfort e "acordou um gigante" dentro do lutador. Neste sábado, no UFC 133, na Filadélfia (EUA), o brasileiro encara o japonês Yoshihiro Akiyama e a desconfiança do público. Disposto a dar mais uma reviravolta na carreira, Belfort conta que seu passado é um cheque cancelado e diz que voltou às origens para retomar a trilha das vitórias, atrapalhada por muitas lesões e uma hepatite A curada recentemente.
"Voltei a praticar a ginástica natural, como no início da carreira, mas sem abrir mão do jiu-jítsu. A última derrota acordou um gigante dentro de mim e os treinos só apuraram minha velocidade. Com isso, melhorei meu sistema cerebral e estou pronto para buscar o nocaute", afirmou o peso médio, que faz o penúltimo combate da noite, antes do confronto entre os meio-pesados Tito Ortiz e Rashad Evans.
A derrota para Anderson Silva no UFC 126 ficou para trás. Belfort, inclusive, garante que outro chute frontal como aquele dificilmente encaixaria.
"Não tiro o mérito do Anderson, que acertou um chute cinematográfico. Mas o passado é um cheque cancelado, o futuro é um cheque pré-datado e o presente é dinheiro na mão. Apenas parei na frente dele e ele me acertou, mas não acertaria de novo. Chorar o passado é andar de marcha ré", disse o ex-campeão do UFC, sonhando com a revanche. "Pelo cartel que tenho e por tudo que conquistei no MMA, mereço a revanche contra o Anderson, mas quem decide isso é o UFC. Hoje, só penso em entrar no octógono e vencer o Akiyama".
A carreira de Belfort sempre ficou marcada por viradas surpreendentes. Recentemente, ele se recuperou de uma hepatite A e, na última semana, teve que perder 11,3kg para disputar o UFC 133. "Geralmente, o vírus da hepatite fica no seu corpo por dois meses, e comigo ficou só uma semana. Foi um milagre. Agora, estou 100% e pronto para voltar a pegar o caminho do cinturão", disse.
Desaparecimento da irmã é uma ferida aberta no lutador
O desaparecimento da irmã Priscila Belfort, em janeiro de 2004, ainda é uma ferida aberta no coração de Vitor. Cada vez que pisa em um octógono, ele pensa na mulher, Joana Prado, nos filhos, Davi e Vitória, e reza por Priscila. Emocionado, ele diz que a dor da perda é a montanha diária que ele precisa escalar.
"As pessoas que sumiram com o corpo dela vão ter que lidar com esse dividendo com Deus. O maior sofrimento do mundo é perder um ente querido. Essa é a minha montanha diária, que Deus me dá força pra escalar", afirmou com a voz embargada. "No Brasil, mais de 250 mil pessoas desaparecem por ano. O mais triste é que não há um programa sério que auxilie na busca de informações sobre desaparecidos. Muitas pessoas podem estar por aí, nas ruas e sem memória", afirmou.
Card Principal do UFC 133:
Rashad Evans x Tito Ortiz
Vitor Belfort x Yoshihiro Akiyama
Dennis Hallman x Brian Ebersole
Jorge Rivera x Alessio Sakara
Rory MacDonald x Mike Pyle
Card Preliminar:
Matt Hamill x Alexander Gustafsson
Chad Mendes x Rani Yahya
Ivan Menjivar x Nick Pace
Johny Hendricks x Mike Pierce
Mike Thomas Brown x Nam Phan
Rafael Natal x Paul Bradley
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HISTÓRIA JIU JITSU
03/08/2011
A respiração no Jiu-Jitsu, MMA e Submission
Vários atletas de elite de Jiu-Jítsu e MMA recorrem, sabidamente, a diversos treinamentos para maximizar a respiração e potencializar seus recursos direcionando às situações adversas antes, durante e após os combates.
A respiração é um dos prazeres da vida ou pelo menos o reconhecimento de que ainda estamos vivos. Também é uma ferramenta muito poderosa para o lutador amador ou profissional. Sua utilização e controle tem longa história nas lutas e artes marciais. No livro Pronto Pra Guerra, em especial no capítulo de Preparação Psicológica, abordei diversos meios e métodos referentes à respiração, bem empregados nas Lutas, Artes Marciais e Modalidades de Combate.
Na tradição do Budô, dentre as artes marciais japonesas, se considera que o "Kiai" (espécie de vocalização utilizada geralmente durante golpes traumáticos), aumenta a potência do indivíduo na execução de um golpe ou técnica. Dentre as artes marciais coreanas, similarmente, utiliza-se o "Kihap". Grande parte dos praticantes considera o "Kiai" apenas como uma mensagem que acompanha o movimento físico; contudo, enganam-se: é um recurso muito mais relevante e profundo.
Quando utilizado corretamente, conecta os elementos físicos e mentais de uma técnica, e serve tanto para ações defensivas como ofensivas. O significado do próprio termo denota um conceito de um sistema unificado ou integrado ( "ai") espírito ou mente (" ki "). O controle da respiração é parte integrante de sua execução.
Não é incomum no MMA, Muay Thai e no Boxe, por exemplo, os atletas expirarem quando desferem socos ou chutes. Muitas vezes esses sons são captados até mesmo por transmissões televisivas, tamanho é o volume de vocalização da expiração de alguns atletas quando desferem os golpes.
Por incrível que pareça, essas vocalizações durante a expiração tem raízes longínquas nas lutas. A preconização do "Kiai" é: enquanto expirar fortemente (exalando ar) se deve contrair fortemente os músculos abdominais e o diafragma.
Sugere-se que, defensivamente, a expiração previna de um nocaute e a contração muscular ajude a proteger órgãos internos. Como ataque ofensivo, pode assustar ou distrair por milésimos de segundos o adversário. Além disso, enquanto a musculatura da região central do corpo estiver contraída, será fortalecida a cadeia cinética, aumentando a potência do golpe. Assim, acompanhando o "Kiai" ou "Kihap" vem uma condição adicional de energia e fortalecimento físico e mental, e não somente mera vocalização durante um golpe.
Ah, outra vantagem simples, é claro, é que o indivíduo lembra de respirar. Isso por si já é uma ferramenta valiosa para o lutador. Quando um iniciante, por exemplo, realiza seu primeiro sparring, é comum prender a respiração e tensionar os músculos. É uma espécie de reação natural, mas pode se tornar mau hábito.
Os músculos precisam de oxigênio para funcionar corretamente. Uma contração muscular necessita, óbvio, de mais oxigênio. Seu corpo começa a maioria das atividades com o oxigênio do ar que você inala. Se você não estiver inalando, não estará fornecendo fonte constante de oxigênio para os músculos ou a outros órgãos vitais que necessitam dele como o cérebro e os olhos. Isso demanda maior utilização de oxigênio e, finalmente, faz com que o corpo e a mente não trabalhem tão bem como deveriam.
Prender a respiração por muito tempo também pode elevar a pressão arterial e causar vertigem. Ainda, seus músculos "cansam" mais rapidamente. O resultado é que o indivíduo fica sem fôlego em curto período.
Comparando, como bom exemplo, vale salientar que as tropas de elite do exército e da polícia sabem da necessidade e utilidade das técnicas de respiração e as integram em sua formação. Se referem a elas como "respiração tática" ou "respiração de combate". São estratégias de respiração concebidas para serem aplicadas rapidamente, principalmente em situações de risco elevado.
Atleta de Jiu-Jítsu e MMA, Ricardo Arona tem opinião formada sobre o tema: "em situação mais complicada como um knock-down, melhor coisa a fazer é se fechar defensivamente e respirar bem para restabelecer o equilíbrio no combate." O fato é que você tem de saber respirar.
Recomendações Práticas
1) Para relaxar, se restabelecer de situação complicada e/ou evitar desperdício de energia pelo fator emocional: inalar (inspirar) por quatro segundos, segurar (apnéia) por quatro segundos e expirar (exalar) por quatro segundos e, logo após, respirar normalmente. Esta técnica ajudará a manter a freqüência cardíaca sob controle (também reduz a ansiedade).
2) Durante situação extrema de um combate em que o atleta precisa de mais foco e concentração e/ou potência no golpe: No lugar de respirações longas e profundas, executar uma série regular de expirações (ou exalações) pela boca no momento de um impacto, seguida imediatamente por uma acentuada inspiração (ou inalação) pelo nariz. Há muitas maneiras de respirar "corretamente" e muitos usos para diferentes técnicas de respiração e exercícios. Nesta, a coisa mais importante é não prender a respiração, para ter um padrão regular de inalação (por intermédio do nariz) e expirar (pela boca).
Concluo afirmando que, para fins de treinamento, ter algum sistema ou método, independentemente de qual deles você escolher, poderá ajudar nos momentos cruciais antes, durante ou após os combates. Provavelmente um atleta de nível iniciante ou intermediário será beneficiado como os lutadores de elite ou superelite se, assim como eles, dominar tais técnicas.
* Referência:
Borum, R. The Power of Breathing. Black Belt Magazine, 2009.
Fonte:http://www.tatame.com.br/2011/08/02/A-respiracao-no-Jiu-Jitsu,-MMA-e-Submission
A respiração é um dos prazeres da vida ou pelo menos o reconhecimento de que ainda estamos vivos. Também é uma ferramenta muito poderosa para o lutador amador ou profissional. Sua utilização e controle tem longa história nas lutas e artes marciais. No livro Pronto Pra Guerra, em especial no capítulo de Preparação Psicológica, abordei diversos meios e métodos referentes à respiração, bem empregados nas Lutas, Artes Marciais e Modalidades de Combate.
Na tradição do Budô, dentre as artes marciais japonesas, se considera que o "Kiai" (espécie de vocalização utilizada geralmente durante golpes traumáticos), aumenta a potência do indivíduo na execução de um golpe ou técnica. Dentre as artes marciais coreanas, similarmente, utiliza-se o "Kihap". Grande parte dos praticantes considera o "Kiai" apenas como uma mensagem que acompanha o movimento físico; contudo, enganam-se: é um recurso muito mais relevante e profundo.
Quando utilizado corretamente, conecta os elementos físicos e mentais de uma técnica, e serve tanto para ações defensivas como ofensivas. O significado do próprio termo denota um conceito de um sistema unificado ou integrado ( "ai") espírito ou mente (" ki "). O controle da respiração é parte integrante de sua execução.
Não é incomum no MMA, Muay Thai e no Boxe, por exemplo, os atletas expirarem quando desferem socos ou chutes. Muitas vezes esses sons são captados até mesmo por transmissões televisivas, tamanho é o volume de vocalização da expiração de alguns atletas quando desferem os golpes.
Por incrível que pareça, essas vocalizações durante a expiração tem raízes longínquas nas lutas. A preconização do "Kiai" é: enquanto expirar fortemente (exalando ar) se deve contrair fortemente os músculos abdominais e o diafragma.
Sugere-se que, defensivamente, a expiração previna de um nocaute e a contração muscular ajude a proteger órgãos internos. Como ataque ofensivo, pode assustar ou distrair por milésimos de segundos o adversário. Além disso, enquanto a musculatura da região central do corpo estiver contraída, será fortalecida a cadeia cinética, aumentando a potência do golpe. Assim, acompanhando o "Kiai" ou "Kihap" vem uma condição adicional de energia e fortalecimento físico e mental, e não somente mera vocalização durante um golpe.
Ah, outra vantagem simples, é claro, é que o indivíduo lembra de respirar. Isso por si já é uma ferramenta valiosa para o lutador. Quando um iniciante, por exemplo, realiza seu primeiro sparring, é comum prender a respiração e tensionar os músculos. É uma espécie de reação natural, mas pode se tornar mau hábito.
Os músculos precisam de oxigênio para funcionar corretamente. Uma contração muscular necessita, óbvio, de mais oxigênio. Seu corpo começa a maioria das atividades com o oxigênio do ar que você inala. Se você não estiver inalando, não estará fornecendo fonte constante de oxigênio para os músculos ou a outros órgãos vitais que necessitam dele como o cérebro e os olhos. Isso demanda maior utilização de oxigênio e, finalmente, faz com que o corpo e a mente não trabalhem tão bem como deveriam.
Prender a respiração por muito tempo também pode elevar a pressão arterial e causar vertigem. Ainda, seus músculos "cansam" mais rapidamente. O resultado é que o indivíduo fica sem fôlego em curto período.
Comparando, como bom exemplo, vale salientar que as tropas de elite do exército e da polícia sabem da necessidade e utilidade das técnicas de respiração e as integram em sua formação. Se referem a elas como "respiração tática" ou "respiração de combate". São estratégias de respiração concebidas para serem aplicadas rapidamente, principalmente em situações de risco elevado.
Atleta de Jiu-Jítsu e MMA, Ricardo Arona tem opinião formada sobre o tema: "em situação mais complicada como um knock-down, melhor coisa a fazer é se fechar defensivamente e respirar bem para restabelecer o equilíbrio no combate." O fato é que você tem de saber respirar.
Recomendações Práticas
1) Para relaxar, se restabelecer de situação complicada e/ou evitar desperdício de energia pelo fator emocional: inalar (inspirar) por quatro segundos, segurar (apnéia) por quatro segundos e expirar (exalar) por quatro segundos e, logo após, respirar normalmente. Esta técnica ajudará a manter a freqüência cardíaca sob controle (também reduz a ansiedade).
2) Durante situação extrema de um combate em que o atleta precisa de mais foco e concentração e/ou potência no golpe: No lugar de respirações longas e profundas, executar uma série regular de expirações (ou exalações) pela boca no momento de um impacto, seguida imediatamente por uma acentuada inspiração (ou inalação) pelo nariz. Há muitas maneiras de respirar "corretamente" e muitos usos para diferentes técnicas de respiração e exercícios. Nesta, a coisa mais importante é não prender a respiração, para ter um padrão regular de inalação (por intermédio do nariz) e expirar (pela boca).
Concluo afirmando que, para fins de treinamento, ter algum sistema ou método, independentemente de qual deles você escolher, poderá ajudar nos momentos cruciais antes, durante ou após os combates. Provavelmente um atleta de nível iniciante ou intermediário será beneficiado como os lutadores de elite ou superelite se, assim como eles, dominar tais técnicas.
* Referência:
Borum, R. The Power of Breathing. Black Belt Magazine, 2009.
Fonte:http://www.tatame.com.br/2011/08/02/A-respiracao-no-Jiu-Jitsu,-MMA-e-Submission
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31/07/2011
Fedor Emelianenko perde a terceira luta concecutiva
A história do russo Fedor Emelianenko no MMA pode ter se aproximado do fim na noite de sábado. Na luta que era tida como sua última chance no Strikeforce, o campeão do Pride foi derrotado por nocaute técnico no primeiro round por Dan Henderson, no esperado duelo de veteranos que terminou com a vitória do norte-americano de 40 anos .
Fedor, que vinha de duas derrotas na competição, evitou comentar o tema aposentadoria e disse: “Está nas mãos de Deus”. O russo reclamou da decisão do juiz Herb Dean, que interrompeu a luta com pouco mais de quatro minutos: “Eu estava pronto para continuar lutando”, afirmou o lutador de 34 anos.
Henderson encaixou uma sequência de socos no final do primeiro assalto e chegou à sua 28ª vitória no MMA. “Admiro o Fedor como competidor. Sou fã dele, e espero que ele continue lutando”, declarou o veterano quarentão depois do triunfo.
Se muitos ficaram impressionados pela derrota de Wanderlei Silva em 27 segundos no UFC 132, outro lutador verde-amarelo foi derrubado, e em ainda menos tempo neste Strikeforce.
Eduardo Pamplona foi o primeiro de dois brasileiros que foram para a jaula do evento, mas durou muito pouco. Vindo de uma boa série de dez vitórias consecutivas, ele foi derrotado em 15 segundos. Foi seu segundo combate no Strikeforce, mas com uma distância de apenas um mês para a estreia. O vencedor foi o norte-americano Jerron Peoples, que conseguiu uma combinação e uma direita certeira para definir o nocaute.
Logo em seguida, outro brasileiro foi para a luta. Gesias Cavalcante vinha de seis lutas com apenas uma vitória. Contra o norte-americano Bobby Green, fez uma luta dura, mas dominou o segundo round e foi um pouco melhor no terceiro, conquistando a vitória dividida por pontos.
Desafiante da noite no combate feminino do Strikeforce, a norte-americana Miesha Tate tomou o cinturão meio-médio da holandesa Marloes Coenen, que vinha de duas vitórias seguidas, uma delas defendendo o título. Tate encaixou um triângulo de braço em uma luta disputada, que só terminou no quarto round.
Fonte:http://jornale.com.br/portal/esporte/58-01-esporte/17726-fedor-perde-a-terceira-seguida-no-strikeforce.html
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03/07/2011
Wanderlei Silva é nocauteado em 27 segundos no UFC 132
A expectativa do público de Las Vegas (EUA) era grande em rever a lenda brasileira Wanderlei Silva de volta ao octógono do UFC (Ultimate Fighting Championship) na noite deste sábado (2). Mas com apenas 27 segundos, o MGM Grand Arena foi abaixo com o nocaute sofrido pelo “Cachorro Louco”, apelido de Wanderlei, diante do americano Chris Leben. O UFC 132 reservou também outras emoções.
Na principal luta da noite, valendo o cinturão da categoria Peso-Galo, os americanos Dominick Cruz e Urijah Faber protagonizaram um reencontro eletrizante. Se no finado evento WEC a vitória foi de Faber, ex-campeão da categoria, desta vez Cruz entrou determinado a levar a melhor e manter o seu cinturão. Após cinco rounds muito disputados, o atual campeão foi declarado vencedor por decisão unânime dos juízes.
Se o resultado da luta principal gerou muitas vaias em Las Vegas, outro resultado foi digno de muitos aplausos. O veterano Tito Ortiz calou os críticos que previam a sua aposentadoria e bateu o talentoso Ryan Bader no primeiro round. Sem vencer há quase cinco anos, Ortiz entrou determinado e precisou de menos de dois minutos para derrubar Bader sem dificuldades e finalizar a luta com uma guilhotina, golpe muito popular entre os adeptos do jiu-jitsu.
Em outras lutas da noite, Dennis Siver derrotou Matt Wiman por decisão unânime dos juízes, enquanto Carlos Condit deixou os fãs boquiabertos ao nocautear o sul-coreano Dong Hyun Kim, até então invicto no MMA, com uma bela joelhada ainda no primeiro round. O resultado pode credenciar o lutador a lutar pelo cinturão dos Médios, contra o ganhador do confronto entre o atual campeão, George St. Pierre, e o desafiante Nick Diaz.
Os fãs brasileiros esperavam duas vitórias dos dois lutadores tupiniquins no UFC 132. No card preliminar, Rafael dos Anjos tinha o australiano George Sotiropoulos pela frente e não tomou conhecimento do rival. Com menos de um minuto, o brasileiro nocauteou o adversário com um cruzado de direita. Ainda nas preliminares, outro destaque foi a vitória por nocaute de Melvin Guillard sobre Shane Roller.
Já Wanderlei Silva, que prometia uma grande apresentação, digna dos tempos de Pride (segundo os comentários prévios do seu treinador, Rafael Cordeiro), até partiu para cima de Chris Leben em uma das lutas principais da noite. Apesar dos golpes que chegaram a fazer Leben balançar, o americano reagiu e acertou uma série de golpe no queixo do brasileiro, que foi à lona e somou a sua 11ª derrota, ante 33 vitórias em sua vitoriosa carreira no MMA.
O próximo UFC, a edição de número 133, acontece no dia 6 de agosto na Filadélfia (EUA). Os brasileiros Vítor Belfort e Rogério Minotouro estão escalados para o evento.
Na principal luta da noite, valendo o cinturão da categoria Peso-Galo, os americanos Dominick Cruz e Urijah Faber protagonizaram um reencontro eletrizante. Se no finado evento WEC a vitória foi de Faber, ex-campeão da categoria, desta vez Cruz entrou determinado a levar a melhor e manter o seu cinturão. Após cinco rounds muito disputados, o atual campeão foi declarado vencedor por decisão unânime dos juízes.
Se o resultado da luta principal gerou muitas vaias em Las Vegas, outro resultado foi digno de muitos aplausos. O veterano Tito Ortiz calou os críticos que previam a sua aposentadoria e bateu o talentoso Ryan Bader no primeiro round. Sem vencer há quase cinco anos, Ortiz entrou determinado e precisou de menos de dois minutos para derrubar Bader sem dificuldades e finalizar a luta com uma guilhotina, golpe muito popular entre os adeptos do jiu-jitsu.
Em outras lutas da noite, Dennis Siver derrotou Matt Wiman por decisão unânime dos juízes, enquanto Carlos Condit deixou os fãs boquiabertos ao nocautear o sul-coreano Dong Hyun Kim, até então invicto no MMA, com uma bela joelhada ainda no primeiro round. O resultado pode credenciar o lutador a lutar pelo cinturão dos Médios, contra o ganhador do confronto entre o atual campeão, George St. Pierre, e o desafiante Nick Diaz.
Os fãs brasileiros esperavam duas vitórias dos dois lutadores tupiniquins no UFC 132. No card preliminar, Rafael dos Anjos tinha o australiano George Sotiropoulos pela frente e não tomou conhecimento do rival. Com menos de um minuto, o brasileiro nocauteou o adversário com um cruzado de direita. Ainda nas preliminares, outro destaque foi a vitória por nocaute de Melvin Guillard sobre Shane Roller.
Já Wanderlei Silva, que prometia uma grande apresentação, digna dos tempos de Pride (segundo os comentários prévios do seu treinador, Rafael Cordeiro), até partiu para cima de Chris Leben em uma das lutas principais da noite. Apesar dos golpes que chegaram a fazer Leben balançar, o americano reagiu e acertou uma série de golpe no queixo do brasileiro, que foi à lona e somou a sua 11ª derrota, ante 33 vitórias em sua vitoriosa carreira no MMA.
O próximo UFC, a edição de número 133, acontece no dia 6 de agosto na Filadélfia (EUA). Os brasileiros Vítor Belfort e Rogério Minotouro estão escalados para o evento.
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30/06/2011
Anderson Silva fica atrás de GSP e Jon Jones em lista de mais poderosos do MMA
Apesar de ser considerado pela maioria como o melhor lutador da atualidade, o campeão dos médios do UFC, Anderson Silva, foi preterido em uma lista de mais poderosos do MMA atual. No levantamento do jornal dos EUA USA Today, Georges St-Pierre e Jon Jones estão à sua frente, e o brasileiro figura na quinta colocação.
A lista do diário inclui os donos e o presidente do UFC, que, é claro, encabeçam a lista. Os irmãos Fertitta e Dana White são os mais poderosos, até por terem nas mãos as rédeas do evento mais famoso hoje em dia. Em segundo aparece o vice-presidente Joe Silva, para então terem vez os lutadores.
E não é nem um norte-americano e nem um brasileiro quem aparece como nº 1 da lista de lutadores, mas o canadense GSP. St-Pierre é campeão dos meio-médios e está invicto desde 2007.
“Muitos tem patrocínios em camisetas, suplementos e equipamentos de exercícios, mas o sucesso de St-Pierre abriu portas para acordos com empresas de bebidas, cuecas e produtos para a pele”, explica o jornal.
Mesmo sendo um campeão recente, o norte-americano Jon Jones, que ainda sequer defendeu o cinturão dos meio-pesados, aparece em quarto. O diário coloca o fato de ser jovem e as vitórias contra astros como fator para tal posição.
Já Anderson Silva, o campeão há mais tempo do UFC atual é chamado de o melhor entre todas as categorias, mas peca nos bastidores, na “sua capacidade de frustrar chefes, empresários e espectadores”.
“Dana White o chama de o melhor do mundo, mas Silva é o único campeão que conseguiu ser ameaçado de demissão por debochar de rivais no octógono”, argumenta a publicação.
Anderson Silva é o único brasileiro no top 10 divulgado pelo USA Today. Atualmente, além do Spider o país também possui José Aldo como campeão no UFC, na categoria pena.
CONFIRA O TOP 10 DO JORNAL
1. IRMÃOS FERTITTA E DANA WHITE:
donos do UFC e o presidente da empresa
2. JOE SILVA:
vice-presidente do UFC e match-maker
3. GEORGES ST-PIERRE:
campeão dos meio-médios do UFC
4. JON JONES:
campeão dos meio-pesados do UFC
5. ANDERSON SILVA:
campeão dos médios do UFC
6. BROCK LESNAR:
ex-campeão dos pesados do UFC
7. GREG JACKSON E MIKE WINKELJOHN:
treinadores de astros do UFC
8. CAIN VELÁSQUEZ:
campeão dos pesados do UFC
9. Craig Piligian:
produtor executivo, apontado como responsável pelo sucesso do The Ultimate Fighter
10. BJORN REBNEY:
chefe do evento Bellator Fighting Championships
A lista do diário inclui os donos e o presidente do UFC, que, é claro, encabeçam a lista. Os irmãos Fertitta e Dana White são os mais poderosos, até por terem nas mãos as rédeas do evento mais famoso hoje em dia. Em segundo aparece o vice-presidente Joe Silva, para então terem vez os lutadores.
E não é nem um norte-americano e nem um brasileiro quem aparece como nº 1 da lista de lutadores, mas o canadense GSP. St-Pierre é campeão dos meio-médios e está invicto desde 2007.
“Muitos tem patrocínios em camisetas, suplementos e equipamentos de exercícios, mas o sucesso de St-Pierre abriu portas para acordos com empresas de bebidas, cuecas e produtos para a pele”, explica o jornal.
Mesmo sendo um campeão recente, o norte-americano Jon Jones, que ainda sequer defendeu o cinturão dos meio-pesados, aparece em quarto. O diário coloca o fato de ser jovem e as vitórias contra astros como fator para tal posição.
Já Anderson Silva, o campeão há mais tempo do UFC atual é chamado de o melhor entre todas as categorias, mas peca nos bastidores, na “sua capacidade de frustrar chefes, empresários e espectadores”.
“Dana White o chama de o melhor do mundo, mas Silva é o único campeão que conseguiu ser ameaçado de demissão por debochar de rivais no octógono”, argumenta a publicação.
Anderson Silva é o único brasileiro no top 10 divulgado pelo USA Today. Atualmente, além do Spider o país também possui José Aldo como campeão no UFC, na categoria pena.
CONFIRA O TOP 10 DO JORNAL
1. IRMÃOS FERTITTA E DANA WHITE:
donos do UFC e o presidente da empresa
2. JOE SILVA:
vice-presidente do UFC e match-maker
3. GEORGES ST-PIERRE:
campeão dos meio-médios do UFC
4. JON JONES:
campeão dos meio-pesados do UFC
5. ANDERSON SILVA:
campeão dos médios do UFC
6. BROCK LESNAR:
ex-campeão dos pesados do UFC
7. GREG JACKSON E MIKE WINKELJOHN:
treinadores de astros do UFC
8. CAIN VELÁSQUEZ:
campeão dos pesados do UFC
9. Craig Piligian:
produtor executivo, apontado como responsável pelo sucesso do The Ultimate Fighter
10. BJORN REBNEY:
chefe do evento Bellator Fighting Championships
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12/06/2011
Quem é Lyoto Machida ?
Lyoto Carvalho Machida (Salvador, 30 de maio de 1978) é um lutador brasileiro de MMA e karatê, filho de pai japonês e de mãe brasileira. É um ex-campeão dos meio-pesados do UFC e, desde Quinton Jackson, foi o único campeão a conseguir defender seu cinturão com sucesso na categoria. Lyoto estava invicto no MMA até a segunda luta com Maurício Shogun Rua e detinha o melhor cartel de qualquer lutador atuando profissionalmente, com 16 vitórias e nenhuma derrota.
Lyoto possui notáveis vitórias sobre diversos atletas respeitados no esporte: Stephan Bonnar, Thiago Silva, Kazuhiro Nakamura, Rameau Thierry Sokoudjou, Tito Ortiz, Rich Franklin, BJ Penn, Rashad Evans, Maurício Rua e Randy Couture. Lyoto é conhecido como "The Dragon" e é considerado, pelo respeitado website Sherdog, o quarto melhor lutador de MMA dentre todas as categorias.
Machida utiliza um estilo diferenciado de Karatê, apelidado de Karatê Machida, que implementa uma posição larga Shotokan e uma estratégia de esquiva. Trata-se de uma ramificação (ou filtro) do amplo estilo Shotokan voltado para Mixed Martial Arts (MMA). Em 23 de maio de 2009, Machida ganhou o cinturão dos meio-pesados do UFC, do até então invicto Rashad Evans, com um nocaute no segundo round.
Nascido em Salvador porém radicado em Belém, Machida é filho do mestre em Karatê Yoshizo Machida. Aos três anos de idade Lyoto iniciou seus treinamentos com seu pai, que adaptou o estilo do Karatê Shotokan criando uma metodologia de treino, hoje apelidada de Karate Machida. Aos 13 anos Lyoto se tornou faixa preta. Também começou a treinar sumô aos 12 anos e a arte marcial brasileira Brazilian Jiu-Jitsu aos 15 anos. Ganhou um número de torneios amadores de Karatê, incluindo o torneio de Karatê Pan-Americano de 2001.
Foi o vice no campeonato Brasileiro de Sumô de 2000 na divisão de 115 kg. Já adulto, Lyoto foi bicampeão brasileiro e vice-campeão no Campeonato Sul-americano. Além de seu sumô e realizações de karatê, ele tem um diploma universitário de Educação Física. O irmão de Lyoto, Chinzo Machida foi vice-campeão mundial de Karatê Shotokan (Austrália 2006), perdendo apenas para o número do ranking o mestre Koji Ogata.
Lyoto e Chinzo lutaram em uma final Karatê há 10 anos em que Lyoto deu a Chinzo uma cicatriz no rosto que ainda hoje é visível. O mestre Yoshizo, pai do Lyoto, diz que a rivalidade entre os dois irmãos foi determinate para o sucesso dos dois. Seus outros irmãos são: Kenzo Machida, um jornalista de TV de uma das maiores estações de TV do Brasil, Take Machida e Francisco Machida.
Atualmente Lyoto integra a equipe Black House ao lado de Antônio Rodrigo Nogueira, Antônio Rogério Nogueira, Anderson Silva, Paulo Filho, Ronaldo "Jacaré" Souza, Brunão THug, dentre outros.
Na faculdade, Lyoto Machida conheceu o japonês e empresário Antonio Inoki. Após ver o potencial do Lyoto, Inoki o levou para o Japão como um protegido dizendo que da maneira certa Lyoto se tornaria uma estrela. Machida começou a aprender, Muay Thai tailandês na Tailândia e wrestling na New Japan Pro Wrestling Dojo em Tóquio. A mídia japonesa logo o apelidaram de "O segundo Inoki". Machida fez sua estréia no MMA no evento New Japan Pro Wrestling: Ultimate Crush em 2 de maio de 2003, onde ele derrotou o lutador do Pancrase Kengo Watanabe por decisão unânime.
Ele parecia mais avontade na sua segunda luta contra o futuro vice-campeão do The Ultimate Fighter 1 Stephan Bonnar, a quem derrotou por paralisação devido a um corte, no primeiro evento do Jungle Fight. Em sua terceira luta, ele enfrentou o invicto com 12 vitórias e futuro Campeão dos Pesos Médios do UFC, Rich Franklin como um azarão no Inoki Bom-Ba-Ye 2003. Machida nocautea Franklin usando ground-pound no início do segundo round.
Após três vitórias. Lyoto começou a lutar no K-1's quando ainda era evento de MMA, Lyoto conseguiu duas boas vitórias contra dois altamente qualificados Kickboxers, Michael McDonald e Sam Greco. Em sua última luta pelo K-1, no K-1 Hero's 1, ele enfrentou o ex-Campeão dos Pesos Leves do UFC B.J. Penn, a luta era de peso livre onde Machida lutou pesando 102 kg, enquanto Penn pesava 86,5 kg. Machida venceu Penn por decisão unânime.
Após se separar definitivamente de Inoki, Machida assinou com um recém-revitalizado World Fighting Alliance, e começou a competir nos Estados Unidos. Em sua estréia, Machida derrotou Vernon White por decisão unânime no WFA: King of the Streets em Inglewood, Califórnia. Após a luta Lyoto saiu do evento, e assinou com o UFC.
Ascensão
Machida fez sua estréia no UFC no card preliminar do UFC 67 contra Sam Hoger e venceu por decisão unânime. Após a vitória Lyoto conseguiu estrear no card principal no UFC 70, e ganhou por decisão unânime contra David Heath. Em seguida, ele enfrentou o praticante de judô e veterano Campeão do Pride Kazuhiro Nakamura no UFC 76. Machida ganhou por decisão unânime, e Nakamura, mais tarde, teve um teste positivo para maconha.
No UFC 79, Lyoto enfrentou o altamente elogiado Rameau Thierry Sokoudjou, um praticante de judô que estava fazendo sua estréia no UFC após duas vitórias rápida de virada sobre veteranos do Pride Rogério "Minotouro" Nogueira e Ricardo Arona. A vitória marcou a sua primeira finalização no UFC submetendo Sokoudjou katagatame no segundo round.
Próxima luta de Machida foi no UFC 84, contra o ex-campeão dos Meio-Pesados do UFC Tito Ortiz no que seria a ultima aparição de Ortiz antes de uma longa disputa com Dana White, que levou Ortiz a ficar mais de um ano fora do UFC. Machida deixou Ortiz completamente frustrado com sua movimentação lateral e com contra-ataques perfeitos, além de evitar todas tentativas de quedas do ex-campeão. No último minuto do primeiro round Ortiz e Machida começaram uma trocação, mas Machida conseguiu acerta um golpe que derrubou Ortiz, Lyoto rapidamente conseguiu uma posição de crucifixo e começou a dar socos no rosto desprotegido de Ortiz. O round terminou antes, da paralisação. Nos segundos finais do terceiro round, Machida acertou uma joelhada voadora no corpo de Ortiz que o derrubou. Machida partiu para terminar a luta, Ortiz tentou um triângulo com estrangulamento antes de fazer a transição para uma tentativa de armlock. Machida conseguiu escapar e ganhar a luta por decisão unânime, e os três juízes marcou a luta 30-27 a seu favor.
Machida estava inicialmente programado para lutar contra o colega brasileiro invicto Thiago Silva no UFC 89 em Birmingham, Inglaterra, entretanto, a luta foi adiada devido a uma lesão nas costas de Silva. A luta finalmente aconteceu no UFC 94.
A luta ficou marcada mundialmente, por uma nova tecnica de contra-ataque desenvolvida por Lyoto, o "direto e rasteira", sempre que o Thiago Silva tentava um chute ou uma joelhada, Lyoto contra-atacava com um direto no rosto e uma rasteira típica de Karatê, que levava o Silva para o chão completamente desguarnecido.
Depois de marcar vários knockdowns e rasteiras, Machida conseguiu nocautear o Silva no segundo final do primeiro round com um soco superman. Esse foi o primeiro nocaute do Lyoto no UFC que o rendeu o prêmio de nocaute da noite e um bônus de US$ 65.000. Após duas vitória sensacionais não tinha como segurar Lyoto, então o presidente do UFC, Dana White, credenciou Lyoto o primeiro desafiante do Campeão dos Meio-Pesados do UFC, Rashad Evans.
O Cinturão dos Meio-Pesados do UFC
O confronto entre Lyoto "The Dragon" Machida contra Rashad "Sugar" Evans seria a primeira disputa pelo cinturão do UFC por dois lutadores invictos, no UFC 98.A luta começou morna com Lyoto dominando o octogono e esperando um contra-ataque enquanto Evans fazia uma movimentação lateral esperando um contra-ataque, mas que os dois partiram para o ataque, Machida teve um knockdown, enquanto, Evans se esforçou para fazer qualquer progresso.
No segundo round, Evans partiu para cima mas experimentou uma enxurrada de socos precisos e contra-ataques certeiros de Machida, quando os dois foram para o clinch, Lyoto começou a acertar Evans que sorria, até levar um forte soco na ponta do queixo, que o desmaiou. Machida posteriormente foi coroado o novo Campeão dos Meio-Pesados do UFC, seu desempenho lhe valeu o prêmio de nocaute da noite pela segunda vez consecutiva e um bônus de 60.000 dólares. A vitória de Lyoto percorreu o mundo todo, a partir desse dia Lyoto se tornou o Meio-Pesado mais temido do MMA, até a lenda, o Capitão América Randy "The Natural" Couture disse-se impressionado com o desempenho de Machida, e disse que antes de se aposentar de vez faria uma luta contra Lyoto.
UFC 104: Machida vs. Shogun
A primeira defesa de Lyoto Machida seria contra Quinton "Rampage" Jackson, mas o Rampage optou ser treinador na décima temporada do reality show "The Ultimate Fighter" que teria a presença de seu ídolo Kimbo Slice, o outro treinador seria Rashad Evans. Então foi decidido que Lyoto enfrentaria o ex-Campeão do Torneio dos Pesos Médios do Pride Mauricio "Shogun" Rua.
A luta aconteceu no UFC 104, em Outubro de 2009. Machida chegou a luta invicto sem nunca ter perdido um round no UFC, enquanto Shogun vinha de dois nocautes sobre dois membros do Hall da Fama do UFC. Após uma luta muito disputada, os três juízes marcaram 48 a 47 para Machida que permaneceu sendo o campeão, o público presente que no início da luta gritava o nome do Lyoto apoiando ele claramente, acabou vaiando o Lyoto pois esperavam mais do campeão, Lyoto se defendeu e disse a Joe Rogan que tinham três árbitros que lhe deram a decisão por unanimidade.
Ao ser entrevistado, Shogun, decepcionado, disse que não entendeu a marcação dos juízes. Por um lado, Machida disse posteriormente que havia chegado mais perto de ter nocauteado no terceiro round e que tinha levado mais perigo em seus ataques e então o resultado para ele era justo, mas por outro lado, Shogun se defendeu dizendo que acertou mais golpes que o Machida no total da luta e consequentemente pontuando mais. Os dois concordaram com uma revanche.
A decisão controvérsa incluiu muitos espectadores, incluindo o presidente do UFC Dana White, o companheiro de Shogun Wanderlei Silva, Quinton Jackson, Frank Trigg, Jon Jones, Rashad Evans e até a lenda, o Capitão América Randy Couture, afirmaram que Shogun havia ganhado a luta. Muitos sites desportivos também alegaram a vitória do Shogun. Nos Estados Unidos, uma revista de nome "CompuStrike" lançou uma matéria logo após o combate, alegando que o Shogun desferiu mais do que o dobro de golpes que o Machida pontuando muito mais, o que foi rebatido por alguns blog's, comentaristas e telespectadores que fizeram uma contagem dos golpes efetivos de cada um e alegaram que o Lyoto tinha sido mais efetivo. Um dos juízes do UFC 104 alegou que o Shogun havia ganhado o 4° round da luta após ter dado o round para o Lyoto. Um dos juizes, o Cecil Peoples, alegou que a vitória do Lyoto foi justa, pois para avaliar uma luta é preciso buscar vários critérios técnicos, e que na maioria dos critérios o Lyoto levou vantagem.
Os companheiros de treinamento do Machida, Anderson Silva, os irmãos Nogueira (Minotauro e Minotouro), o veterano de MMA Pedro Rizzo, e o ex-Campeão dos pesos médios do UFC Murilo Bustamante, acharam que o Lyoto realmente teria ganhado, alegando que o Shogun fez muito pouco para um lutador que queria ganhar o cinturão.
UFC 113: Machida vs. Shogun 2
A maior revanche do MMA, segundo Dana White, aconteceria no UFC 113, no dia 8 de maio de 2010. Por fim, Machida perdeu a sua invencibilidade, sendo nocauteado aos 3 minutos e 35 segundos do primeiro assalto. Lyoto até conseguiu algumas quedas (takedowns), mas Shogun conseguiu uma montada após encaixar um cruzado que pegou em cheio em sua têmpora, Lyoto caiu e na sequencia Shogun desferiu vários socos em seu rosto, o que deixou Lyoto inconsciente. Assim, Shogun nocauteou Lyoto, tornando-se o novo campeão dos meio-pesados, tendo alguns ferimentos.
UFC 123: Rampage vs. Machida
Lyoto enfrentou Quinton Jackson no UFC 123, ocorrido no dia 20 de Novembro de 2010. Os dois primeiros rounds foram disputados: Jackson demonstrou cautela e substitui sua conhecida postura agressiva por um ataque mais técnico, incluindo pisões e evitando engajar afobadamente na luta, enquanto Lyoto utilizou-se de sua velocidade e precisão para executar ataques rápidos e certeiros, entretanto com pouco sucesso. No terceiro Lyoto surpreendeu o americano ao encaixar uma sequência, aplicando uma queda, partindo para a posição montada, desferindo alguns socos mas logo visando um Armbar no braço de Jackson. Após a luta, Rampage levantou o braço de Machida reconhecendo que havia sido derrotado.
Porém, Bruce Buffer anunciou que dois dos três juízes deram a vitória por decisão dividida para Rampage, o que na hora gerou controvérsias, alguns afirmavam que Lyoto ganhou o 1º e 3º round, outros alegam que um empate seria justo, e outros afirmam que Rampage foi mais agressivo e levou os dois primeiros rounds. Jackson disse que uma revanche seria a melhor coisa para resolver, todavia na pós-conferência Dana White disse que Rampage levou os primeiros rounds e que não haveria uma revanche. Na entrevista pós-luta, Jackson admitiu que aquela havia sido sua luta mais difícil, assim como elogiou a postura e habilidade do brasileiro, alegando seu respeito pelo estilo de Machida. Machida, por sua vez, evitou entrar em polêmicas apesar de achar que tinha ganho a luta.
Entrando para a História do MMA: Couture vs Machida
Lyoto teve o privilégio de ser o último lutador a enfrentar o lendário ex-campeão Meio-Pesado, Peso-Pesado, e Hall da Fama do UFC, Randy Couture. Após Randy Couture desafiar publicamente Machida, o UFC atendeu o pedido de Couture e dos fãns de MMA, casou a luta entre os dois para 30 de Abril de 2011 no Rogers Centre em Toronto Canadá no UFC 129. Durante o combate Couture procurou o clinch no primeiro round, porém foi surpreendido por vários contra-ataques de Machida. No início do segundo round Machida acertou um mae tobi geri(Chute Frontal Voador) que nocauteou Couture. Após o combate, Machida creditou o golpe a seu pai que o ensinou e à ajuda do mestre Steven Seagal. Lyoto ainda prestou uma homenagem a Randy, dizendo que desde criança ele queria enfrentar Couture e que era uma honra enfrentar um herói como ele.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lyoto_Machida
Qual a história de Steven Seagal no MMA?
Nome quente nas artes marciais da atualidade, particularmente no universo do MMA, por ter lapidado o chute de Anderson Silva, e mais recentemente de Lyoto Machida, Steven Seagal teve uma importância maior na afirmação do mercado mundial de lutas do que imaginam seus seguidores.
Primeiro não-asiático a montar uma academia de Aikido no Japão, Seagal recebia desafios de outros mestres da modalidade, e precisou lutar, muitas vezes nas ruas. Após dois anos, sua reputação estava solidificada e acabou se tornando amigo de todos, tanto que morou por 15 anos na Terra do Sol Nascente.
De volta aos EUA, Steven lançou um desafio nas páginas da revista Black Belt Magazine, por volta de 1992, para qualquer um que desejasse enfrentá-lo em seu dojô, em uma luta até a morte. O desafio foi aceito por Bill Wallace, lenda viva do Full Contact e KickBoxing.
Reza a lenda que Chuck Norris teria se prontificado a enfrentá-lo, mas os produtores de Hollywood jogaram areia no negócio. Norris praticava Jiu-Jitsu com os irmãos Machado, primos dos Gracie, também radicados nos EUA. Os Gracie já realizavam, naquela época, algumas lutas de Vale-Tudo na Terra do Tio Sam.
Rorion, inclusive, já tinha lutado com um kickboxer em um ginásio da Califórnia, e lançado o desafio Gracie, mas o fez na ocasião que caiu a ficha. Rorion sempre teve como objetivo disseminar o Jiu-Jitsu e o Vale-Tudo nos Estados Unidos, mas a ótima repercussão do desafio de Seagal o fez perceber que algo maior já poderia ser tentado neste sentido.
Seagal, que atualmente faz questão de recusar o oitavo Dan em sua modalidade, sempre que possível se faz notar nos bastidores do UFC, e está se mostrando um excelente “marketeiro”.
A CULPA É DO SEAGAL?
Um jovem apaixonado por artes marciais, Jason DeLucia também aceitou o desafio de Steven, e dirigiu por cerca dois dias e meio até West Hollywood, em Los Angeles, onde se localizava o dojô de Seagal, mas ouviu de um dos instrutores que o desafio já havia sido aceito.
Chateado por achar ter perdido sua chance de projetar-se ao estrelato, o hoje mestre em Kung Fu foi levado a um ginásio em Torrance, onde enfrentou na luta em academia fechada, ninguém mais, ninguém menos que Royce Gracie. Desnecessário dizer quem venceu.
Técnico e empresário de Royce, Rorion gostou do que viu, tanto é que convidou o jovem para participar do UFC 1, realizado no ano seguinte. Participou da primeira edição e, no show seguinte, teve a chance da desforra contra Royce, mas deixou-se levar pela emoção e tentou vencer o Gracie em seu próprio terreno. Nova derrota.
Mas mostrou que tem estrela, e recebeu o convite de Ken Shamrock para lutar nos eventos do Pancrase no Japão. Lá, bateu de frente com nomes de peso, tais como Bass Rutten, Ikuhisa Minowa, Matt Hume, dentre outros. Passou ainda por organizações como Shootbox, Cage Rage, onde encarou o brazuca Fábio Pemonte, da Chute Boxe, e WFL.
Acumula um cartel de 33 vitórias, 21 derrotas e um empate.
Atualmente, como alguns outros que participaram dos arcaicos eventos nos primórdios do UFC, também sonha em lutar contra Royce no UFC Rio (para os gringos, a terra do Vale-Tudo). Ele deseja um terceiro tempo com o Gracie.
Além do Kung Fu e MMA, modalidades que ensina em sua escola, em Walpole, Massachusets, também dedica-se ao Aikido, porque o efeito Steven Seagal ainda é muito forte nele.
Como todo gênio, Seagal só deverá ser reconhecido postumamente. Coisa de Mestre.
Fonte: http://www.tatame.com.br/2011/06/11/Qual-a-historia-de-Steven-Seagal-no-MMA
Primeiro não-asiático a montar uma academia de Aikido no Japão, Seagal recebia desafios de outros mestres da modalidade, e precisou lutar, muitas vezes nas ruas. Após dois anos, sua reputação estava solidificada e acabou se tornando amigo de todos, tanto que morou por 15 anos na Terra do Sol Nascente.
De volta aos EUA, Steven lançou um desafio nas páginas da revista Black Belt Magazine, por volta de 1992, para qualquer um que desejasse enfrentá-lo em seu dojô, em uma luta até a morte. O desafio foi aceito por Bill Wallace, lenda viva do Full Contact e KickBoxing.
Reza a lenda que Chuck Norris teria se prontificado a enfrentá-lo, mas os produtores de Hollywood jogaram areia no negócio. Norris praticava Jiu-Jitsu com os irmãos Machado, primos dos Gracie, também radicados nos EUA. Os Gracie já realizavam, naquela época, algumas lutas de Vale-Tudo na Terra do Tio Sam.
Rorion, inclusive, já tinha lutado com um kickboxer em um ginásio da Califórnia, e lançado o desafio Gracie, mas o fez na ocasião que caiu a ficha. Rorion sempre teve como objetivo disseminar o Jiu-Jitsu e o Vale-Tudo nos Estados Unidos, mas a ótima repercussão do desafio de Seagal o fez perceber que algo maior já poderia ser tentado neste sentido.
Seagal, que atualmente faz questão de recusar o oitavo Dan em sua modalidade, sempre que possível se faz notar nos bastidores do UFC, e está se mostrando um excelente “marketeiro”.
A CULPA É DO SEAGAL?
Um jovem apaixonado por artes marciais, Jason DeLucia também aceitou o desafio de Steven, e dirigiu por cerca dois dias e meio até West Hollywood, em Los Angeles, onde se localizava o dojô de Seagal, mas ouviu de um dos instrutores que o desafio já havia sido aceito.
Chateado por achar ter perdido sua chance de projetar-se ao estrelato, o hoje mestre em Kung Fu foi levado a um ginásio em Torrance, onde enfrentou na luta em academia fechada, ninguém mais, ninguém menos que Royce Gracie. Desnecessário dizer quem venceu.
Técnico e empresário de Royce, Rorion gostou do que viu, tanto é que convidou o jovem para participar do UFC 1, realizado no ano seguinte. Participou da primeira edição e, no show seguinte, teve a chance da desforra contra Royce, mas deixou-se levar pela emoção e tentou vencer o Gracie em seu próprio terreno. Nova derrota.
Mas mostrou que tem estrela, e recebeu o convite de Ken Shamrock para lutar nos eventos do Pancrase no Japão. Lá, bateu de frente com nomes de peso, tais como Bass Rutten, Ikuhisa Minowa, Matt Hume, dentre outros. Passou ainda por organizações como Shootbox, Cage Rage, onde encarou o brazuca Fábio Pemonte, da Chute Boxe, e WFL.
Acumula um cartel de 33 vitórias, 21 derrotas e um empate.
Atualmente, como alguns outros que participaram dos arcaicos eventos nos primórdios do UFC, também sonha em lutar contra Royce no UFC Rio (para os gringos, a terra do Vale-Tudo). Ele deseja um terceiro tempo com o Gracie.
Além do Kung Fu e MMA, modalidades que ensina em sua escola, em Walpole, Massachusets, também dedica-se ao Aikido, porque o efeito Steven Seagal ainda é muito forte nele.
Como todo gênio, Seagal só deverá ser reconhecido postumamente. Coisa de Mestre.
Fonte: http://www.tatame.com.br/2011/06/11/Qual-a-historia-de-Steven-Seagal-no-MMA
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HISTÓRIA JIU JITSU
Cigano salva noite e disputa cinturão do UFC
Junior Cigano terá a chance de se tornar o segundo brasileiro campeão dos pesos pesados do UFC. Com uma atuação de gala na luta principal do UFC 131, tratorizando Shane Carwin no primeiro round e dominando as ações nos assaltos seguintes, mostrando um Wrestling de alto nível e ótima recuperação quando foi levado ao chão, o pupilo de Rodrigo Minotauro venceu na decisão unânime dos juízes e vai disputar o título contra Cain Velasquez.
“Estou treinando Wrestling agora, então tomem cuidado, meus adversários”, brincou Cigano, que foi muito aplaudido pelos fãs em Vancouver, no Canadá, antes de receber a notícia oficial de que disputaria o cinturão da categoria. “É incrível... Tenho muito respeito por Velasquez, mas estou indo para cima de você”, disse Cigano, sem ver que o campeão dos pesos pesados, que não luta desde a vitória sobre Brock Lesnar, estava atrás dele. Com um sorriso no rosto, Velasquez elogiou. “Ele mostrou uma trocação incrível, estou empolgado para lutar um cara como ele”, disparou o campeão.
Confira abaixo como foram todas as lutas do UFC 131, que contou com três derrotas brasileiras, de Demian Maia, Diego Nunes e Vagner Rocha, e fique ligado para ver, em breve, entrevistas exclusivas e uma galeria de fotos do show.
Kenny Florian x Diego Nunes
O brasileiro Diego Nunes recepcionou Kenny Florian à divisão de pesos penas, mas não se deu bem. Apesar de começar melhor na luta, conectando bons golpes e chegando a conseguir um knockdown no fim do primeiro assalto, o atleta da Nova União foi dominado pelas quedas, chegando a sofrer um profundo corte na cabeça no segundo round. Diego ainda conseguiu outro knockdown nos segundos finais de luta, mas acabou derrotado na decisão.
“Vou ser honesto, foi a coisa mais difícil que fiz na vida”, disse Florian, sobre o corte de peso para 65kg, após a terceira descida de categoria (ele foi vicecampeão do TUF como peso médio). Agora, ele quer uma chance pelo cinturão de José Aldo, companheiro de time de Diego Nunes. “Quero enfrentar um cara como ele (José Aldo) e mostrar que sou o melhor peso pena do mundo”, disparou após a vitória. Será que tem chances?
Mark Muñoz x Demian Maia
Mark Muñoz disse à TATAME que não temia lutar no chão contra Demian Maia, e chegou a colocar o brasileiro para baixo. No primeiro round, porém, foi o faixa-preta de Jiu-Jitsu quem dominou as ações, chegando a conectar bons golpes em pé. Com tentativas de queda frustradas, Demian foi presa fácil para Muñoz no segundo assalto, sendo castigando com potentes socos na coxa. Na terceira parcial, o filipino, que vem treinando com Fabrício Werdum e Rafael Cordeiro, continuou superior e controlou a luta, com bons socos, até vencer na decisão. “Ele me surpreendeu, veio no primeiro round e me deu bons socos”, elogiou Mark Muñoz. “Ele é muito forte na grade, não esperava que fosse tão forte”.
Dave Herman x Jon Olav Einemo
Numa das lutas mais emocionantes da noite, Dave Herman e Jon Olav Einemo protagonizaram uma luta cheia de reviravoltas. Einemo, único da história a vencer Roger Gracie no ADCC, surpreendeu e começou melhor até mesmo na trocação, conectando bons golpes em pé. No segundo assalto, ambos trocaram socos e joelhadas, e qualquer um poderia cair. Herman ficou tonto e Einemo quase venceu, mas de contragolpe levou um knockdown. Herman castigou, mas o norueguês se recuperou. De volta em pé, ambos trocaram pancadas até que Einemo caísse mais uma vez, agora sem condições de se recuperar. Herman vence por nocaute técnico, conquistando a 21ª vitória em 23 lutas.
Donald Cerrone x Vagner Rocha
Vagner Rocha prometia impor seu jogo de chão em sua estreia no UFC, mas Donald Cerrone avisou, em entrevista à TATAME, que não seria tão fácil. “Ele vai ter que me derrubar primeiro”, disse. Vagner chegou a conseguir a queda no começo do combate, mas foi só. Com poderosos low kicks, o gringo dominou a trocação e não deu chances ao faixa-preta de Pablo Popovitch, que se limitava a tentar levar a luta para o chão de todas as maneiras possíveis. No fim, vitória na decisão unânime para Cerrone, que não ficou satisfeito com o próprio resultado.
Sam Stout x Yves Edwards
Na última das preliminares, Sam Stout roubou a cena contra o experiente Yves Edwards. O atleta, que havia vencido cinco das 10 lutas que fez na jaula do UFC, em menos de quatro minutos. Após receber um cruzado de direita na orelha, Stout respondeu imediatamente com outro cruzado, que acertou a ponta do queixo de Edwards, que já caiu nocauteado, fechando o card preliminar com chave de ouro.
Chris Weidman x Jesse Bongfeldt
Invicto no MMA, Chris Weidman fez bonito em sua estreia no MMA, quando bateu o duríssimo e experiente Alessio Sakara na decisão dos juízes. No Canadá, ele impressionou ainda mais. Diante de Jesse Bongfeldt, que vinha de empate contra o brasileiro Rafael Sapo, Weidman encerrou a luta com uma guilhotina em pé a seis segundos do fim da etapa inicial. Como se não bastasse, Chris revelou após a vitória que lesionou o menisco durante a luta.
Krzysztof Soszynski x Mike Massenzio
Krzysztof Soszynski ficou afastado da jaula desde novembro de 2010, mas isso não foi problema para o polonês, mesmo ao ter o adversário trocado duas vezes. Inicialmente escalado para lutar com Anthony Perosh, Soszynski viu o oponente ser alterado para Igor Pokrajac, mas, na semana da luta, uma lesão forçou a saída do atleta, substituído por Mike Massenzio. Melhor na trocação e com boas defesas de queda, Soszynski controlou a luta e venceu na decisão dos juízes. “Treinei por 50 semanas para um cara de Jiu-Jitsu e lutei com um wrestler, então me desculpem por não finalizar a luta”, disse o humilde atleta.
Nick Ring x James Head
Invicto no MMA, Nick Ring deu show no Canadá. Apesar de sair levando atraso no começo do duelo com o ex-boxeador James Head, levando um knockdown no primeiro assalto, Ring abusou do Wrestling para dominar as ações, usando as cotoveladas para abrir um profundo corte no rosto de Head, quase causando a interrupção da peleja pelos médicos. No assalto final, Ring seguiu com castigo até achar uma brecha para finalizar com um mata-leão.
Dustin Poirier x Jason Young
Os pesos penas Dustin Poirier e Jason Young garantiram mais emoção aos fãs. Os atletas, ambos com menos de 25 anos de idade, mostraram que podem chamar a atenção da categoria no futuro. E com apenas uma derrota no cartel, Dustin Poirier saiu com a vitória após três rounds, na decisão dos juízes, sobre Jason Young, que estreia no evento com uma derrota.
Joey Beltran x Aaron Rosa
Os pesos pesados Joey Beltran e Aaron Rosa não tem uma aparência muito atlética, mas provaram que tem queixo duro e partem para cima, mesmo passando por panoramas diversos nas carreiras. Rosa venceu seis das últimas sete lutas, perdendo apenas para Rafael Feijão no Strikeforce, enquanto Beltran perdeu as últimas duas, precisando da vitória para sobreviver no UFC.
No primeiro round, uma trocação frenética empolgou os fãs, mas nenhum deles sequer balançou. O ritmo diminuiu um pouco no assalto seguinte, mas a luta continuou emocionante, até que os atletas acertassem joelhadas nas partes baixas um do outro, esfriando os ânimos. Em mais um round emocionante, Beltran partiu para cima na etapa final e massacrou com joelhadas, socos e cotoveladas, vencendo por nocaute técnico.
Michihiro Omigawa x Darren Elkins
A noite começou com polêmica no Canadá. Melhor nos três assaltos, com superioridade mais clara nos dois rounds finais, o japonês Michihiro Omigawa caminhava tranquilo para a vitória, mas a decisão dos juízes não correspondeu às expectativas dos fãs japoneses – e muito menos de quem acompanhou as lutas na arena ou pela internet, na transmissão ao vivo pelo Facebook e YouTube (este último, apenas para os residentes nos EUA e Canadá). Na conta dos três juízes, Darren Elkins ficou com a vitória, o público não aprovou, respondendo com vaias.
RESULTADOS COMPLETOS:
UFC 131
Vancouver, Canadá
Sábado, 11 de junho de 2011
Card principal:
- Junior Cigano derrotou Shane Carwin na decisão unânime dos juízes;
- Kenny Florian derrotou Diego Nunes na decisão unânime dos juízes;
- Mark Muñoz derrotou Demian Maia na decisão unânime dos juízes;
- Dave Herman derrotou Jon Olav Einemo por nocaute técnico a 3min19s do 2R;
- Donald Cerrone derrotou Vagner Rocha na decisão unânime dos juízes;
Card preliminar:
- Sam Stout nocauteou Yves Edwards a 3min52s do 1R;
- Chris Weidman finalizou Jesse Bongfeldt com uma guilhotina a 4min54s do 1R;
- Krzysztof Soszynski derrotou Mike Massenzio na decisão unânime dos juízes;
- Nick Ring finalizou James Head a 3min33s do 3R;
- Dustin Poirier derrotou Jason Young na decisão unânime dos juízes;
- Joey Beltran derrotou Aaron Rosa por nocaute técnico a 1min26s do 3R;
- Darren Elkins derrotou Michihiro Omigawa na decisão unânime dos juízes.
Fonte: http://www.tatame.com.br/2011/06/11/Siga--UFC-131-em-tempo-real-na-TATAME
“Estou treinando Wrestling agora, então tomem cuidado, meus adversários”, brincou Cigano, que foi muito aplaudido pelos fãs em Vancouver, no Canadá, antes de receber a notícia oficial de que disputaria o cinturão da categoria. “É incrível... Tenho muito respeito por Velasquez, mas estou indo para cima de você”, disse Cigano, sem ver que o campeão dos pesos pesados, que não luta desde a vitória sobre Brock Lesnar, estava atrás dele. Com um sorriso no rosto, Velasquez elogiou. “Ele mostrou uma trocação incrível, estou empolgado para lutar um cara como ele”, disparou o campeão.
Confira abaixo como foram todas as lutas do UFC 131, que contou com três derrotas brasileiras, de Demian Maia, Diego Nunes e Vagner Rocha, e fique ligado para ver, em breve, entrevistas exclusivas e uma galeria de fotos do show.
Kenny Florian x Diego Nunes
O brasileiro Diego Nunes recepcionou Kenny Florian à divisão de pesos penas, mas não se deu bem. Apesar de começar melhor na luta, conectando bons golpes e chegando a conseguir um knockdown no fim do primeiro assalto, o atleta da Nova União foi dominado pelas quedas, chegando a sofrer um profundo corte na cabeça no segundo round. Diego ainda conseguiu outro knockdown nos segundos finais de luta, mas acabou derrotado na decisão.
“Vou ser honesto, foi a coisa mais difícil que fiz na vida”, disse Florian, sobre o corte de peso para 65kg, após a terceira descida de categoria (ele foi vicecampeão do TUF como peso médio). Agora, ele quer uma chance pelo cinturão de José Aldo, companheiro de time de Diego Nunes. “Quero enfrentar um cara como ele (José Aldo) e mostrar que sou o melhor peso pena do mundo”, disparou após a vitória. Será que tem chances?
Mark Muñoz x Demian Maia
Mark Muñoz disse à TATAME que não temia lutar no chão contra Demian Maia, e chegou a colocar o brasileiro para baixo. No primeiro round, porém, foi o faixa-preta de Jiu-Jitsu quem dominou as ações, chegando a conectar bons golpes em pé. Com tentativas de queda frustradas, Demian foi presa fácil para Muñoz no segundo assalto, sendo castigando com potentes socos na coxa. Na terceira parcial, o filipino, que vem treinando com Fabrício Werdum e Rafael Cordeiro, continuou superior e controlou a luta, com bons socos, até vencer na decisão. “Ele me surpreendeu, veio no primeiro round e me deu bons socos”, elogiou Mark Muñoz. “Ele é muito forte na grade, não esperava que fosse tão forte”.
Dave Herman x Jon Olav Einemo
Numa das lutas mais emocionantes da noite, Dave Herman e Jon Olav Einemo protagonizaram uma luta cheia de reviravoltas. Einemo, único da história a vencer Roger Gracie no ADCC, surpreendeu e começou melhor até mesmo na trocação, conectando bons golpes em pé. No segundo assalto, ambos trocaram socos e joelhadas, e qualquer um poderia cair. Herman ficou tonto e Einemo quase venceu, mas de contragolpe levou um knockdown. Herman castigou, mas o norueguês se recuperou. De volta em pé, ambos trocaram pancadas até que Einemo caísse mais uma vez, agora sem condições de se recuperar. Herman vence por nocaute técnico, conquistando a 21ª vitória em 23 lutas.
Donald Cerrone x Vagner Rocha
Vagner Rocha prometia impor seu jogo de chão em sua estreia no UFC, mas Donald Cerrone avisou, em entrevista à TATAME, que não seria tão fácil. “Ele vai ter que me derrubar primeiro”, disse. Vagner chegou a conseguir a queda no começo do combate, mas foi só. Com poderosos low kicks, o gringo dominou a trocação e não deu chances ao faixa-preta de Pablo Popovitch, que se limitava a tentar levar a luta para o chão de todas as maneiras possíveis. No fim, vitória na decisão unânime para Cerrone, que não ficou satisfeito com o próprio resultado.
Sam Stout x Yves Edwards
Na última das preliminares, Sam Stout roubou a cena contra o experiente Yves Edwards. O atleta, que havia vencido cinco das 10 lutas que fez na jaula do UFC, em menos de quatro minutos. Após receber um cruzado de direita na orelha, Stout respondeu imediatamente com outro cruzado, que acertou a ponta do queixo de Edwards, que já caiu nocauteado, fechando o card preliminar com chave de ouro.
Chris Weidman x Jesse Bongfeldt
Invicto no MMA, Chris Weidman fez bonito em sua estreia no MMA, quando bateu o duríssimo e experiente Alessio Sakara na decisão dos juízes. No Canadá, ele impressionou ainda mais. Diante de Jesse Bongfeldt, que vinha de empate contra o brasileiro Rafael Sapo, Weidman encerrou a luta com uma guilhotina em pé a seis segundos do fim da etapa inicial. Como se não bastasse, Chris revelou após a vitória que lesionou o menisco durante a luta.
Krzysztof Soszynski x Mike Massenzio
Krzysztof Soszynski ficou afastado da jaula desde novembro de 2010, mas isso não foi problema para o polonês, mesmo ao ter o adversário trocado duas vezes. Inicialmente escalado para lutar com Anthony Perosh, Soszynski viu o oponente ser alterado para Igor Pokrajac, mas, na semana da luta, uma lesão forçou a saída do atleta, substituído por Mike Massenzio. Melhor na trocação e com boas defesas de queda, Soszynski controlou a luta e venceu na decisão dos juízes. “Treinei por 50 semanas para um cara de Jiu-Jitsu e lutei com um wrestler, então me desculpem por não finalizar a luta”, disse o humilde atleta.
Nick Ring x James Head
Invicto no MMA, Nick Ring deu show no Canadá. Apesar de sair levando atraso no começo do duelo com o ex-boxeador James Head, levando um knockdown no primeiro assalto, Ring abusou do Wrestling para dominar as ações, usando as cotoveladas para abrir um profundo corte no rosto de Head, quase causando a interrupção da peleja pelos médicos. No assalto final, Ring seguiu com castigo até achar uma brecha para finalizar com um mata-leão.
Dustin Poirier x Jason Young
Os pesos penas Dustin Poirier e Jason Young garantiram mais emoção aos fãs. Os atletas, ambos com menos de 25 anos de idade, mostraram que podem chamar a atenção da categoria no futuro. E com apenas uma derrota no cartel, Dustin Poirier saiu com a vitória após três rounds, na decisão dos juízes, sobre Jason Young, que estreia no evento com uma derrota.
Joey Beltran x Aaron Rosa
Os pesos pesados Joey Beltran e Aaron Rosa não tem uma aparência muito atlética, mas provaram que tem queixo duro e partem para cima, mesmo passando por panoramas diversos nas carreiras. Rosa venceu seis das últimas sete lutas, perdendo apenas para Rafael Feijão no Strikeforce, enquanto Beltran perdeu as últimas duas, precisando da vitória para sobreviver no UFC.
No primeiro round, uma trocação frenética empolgou os fãs, mas nenhum deles sequer balançou. O ritmo diminuiu um pouco no assalto seguinte, mas a luta continuou emocionante, até que os atletas acertassem joelhadas nas partes baixas um do outro, esfriando os ânimos. Em mais um round emocionante, Beltran partiu para cima na etapa final e massacrou com joelhadas, socos e cotoveladas, vencendo por nocaute técnico.
Michihiro Omigawa x Darren Elkins
A noite começou com polêmica no Canadá. Melhor nos três assaltos, com superioridade mais clara nos dois rounds finais, o japonês Michihiro Omigawa caminhava tranquilo para a vitória, mas a decisão dos juízes não correspondeu às expectativas dos fãs japoneses – e muito menos de quem acompanhou as lutas na arena ou pela internet, na transmissão ao vivo pelo Facebook e YouTube (este último, apenas para os residentes nos EUA e Canadá). Na conta dos três juízes, Darren Elkins ficou com a vitória, o público não aprovou, respondendo com vaias.
RESULTADOS COMPLETOS:
UFC 131
Vancouver, Canadá
Sábado, 11 de junho de 2011
Card principal:
- Junior Cigano derrotou Shane Carwin na decisão unânime dos juízes;
- Kenny Florian derrotou Diego Nunes na decisão unânime dos juízes;
- Mark Muñoz derrotou Demian Maia na decisão unânime dos juízes;
- Dave Herman derrotou Jon Olav Einemo por nocaute técnico a 3min19s do 2R;
- Donald Cerrone derrotou Vagner Rocha na decisão unânime dos juízes;
Card preliminar:
- Sam Stout nocauteou Yves Edwards a 3min52s do 1R;
- Chris Weidman finalizou Jesse Bongfeldt com uma guilhotina a 4min54s do 1R;
- Krzysztof Soszynski derrotou Mike Massenzio na decisão unânime dos juízes;
- Nick Ring finalizou James Head a 3min33s do 3R;
- Dustin Poirier derrotou Jason Young na decisão unânime dos juízes;
- Joey Beltran derrotou Aaron Rosa por nocaute técnico a 1min26s do 3R;
- Darren Elkins derrotou Michihiro Omigawa na decisão unânime dos juízes.
Fonte: http://www.tatame.com.br/2011/06/11/Siga--UFC-131-em-tempo-real-na-TATAME
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